Category Archive TENIS UNIVERSITÁRIO

ByEdmir C Cavalcante

Nível é necessário para atingir determinados times nos EUA

Primeiramente, hoje podemos dizer que o mercado de bolsas para tênis é extremamente amplo e competitivo.

Dizemos amplo pois existem aproximadamente 1000 equipes de universidades que oferecem tênis, sendo que a estimativa é que entre 600-700 universidades ofereçam algum tipo de bolsa esportiva e ou acadêmica. A competição pelas bolsas é internacional e mais de 50% das bolsas atléticas têm ido para estrangeiros. As ligas são NCAA divisão 1, 2 e 3, além de NAIA e Junior College, masculino e feminino.

Está muito competitivo pois a maioria senão todos os treinadores das universidades mais fortes de divisão 2 e da divisão 1 estão sempre em busca dos melhores jogadores, possivelmente visando um custo x benefício (exemplo: casos em que o treinador está buscando jogador TOP com boa condição financeira que possa arcar com alguma parte dos custos).

Os times geralmente têm entre 8 e 12 jogadores e os treinadores podem dividir as bolsas dos times, oferecendo bolsas parciais. O total de bolsas para um time da divisão 1 é 4.5 (masculino) e 8 (feminino). Na divisão 2 geralmente tem 3-4 bolsas por time masculino e de 4 a 6 para feminino. O motivo de existirem mais bolsas para mulheres é o futebol americano, que é um esporte que oferece 50 a 100 bolsas por time apenas para homens.

A regra Title IX foi criada para garantir a igualdade na distribuição de bolsas homens x mulheres.
1 bolsa completa corresponde ao pagamento de tuition, room and board (faculdade, moradia e alimentação). Algumas bolsas completas também podem cobrir livros e seguro-saúde. Alguns atletas recebem Full Tuition (faculdade + taxas), e em alguns casos isso é visto como 100%. Mas na verdade no real 100% o estudante-atleta ganha a moradia e alimentação.

É muito difícil conseguir bolsa completa no primeiro ano no masculino. Para isso, é recomendável ranking ITF, ponto na ATP, além de boas notas. Também é necessário buscar times onde o atleta chegue para ser o número 1. Tem inclusive vários times onde o número 1 não tem 100% no masculino. Caso não seja um atleta de ponta que faça enorme diferença na equipe logo de inicio, não é viável 100%. No feminino as bolsas de 100% são mais comuns no 1º ano, mas mesmo assim são difíceis. Ranking ITF, média do ensino média alta, ótimos resultados, tudo isso conta.

A maioria das bolsas são parciais mas mesmo para conseguir uma bolsa parcial é necessário ter nível TOP 6 no time. Caso contrário, é mais aconselhável tentar vagas como walk-on (sem bolsa esportiva), talvez com bolsa acadêmica apenas.
Ter o know-how de quais times têm bolsas e o nível técnico deles permite ao estudante-atleta encontrar as opções de acordo com o seu orçamento. Quanto mais diferenciado no time, mais bolsa.

É bom lembrar que as bolsas são renovadas anualmente e podem aumentar ou diminuir de acordo com performance e conduta.
As bolsas esportivas geralmente cobrem de 20% a 100% dos custos. Muitas universidades (principalmente divisão 2 da NCAA, que têm menos bolsa esportiva que a divisão 1) recorrem às bolsas acadêmicas para conseguirem boas propostas para seus jogadores, mas para isso precisa de uma média (GPA) a partir de 3.0 (escala de 0 a 4.0) – geralmente seria um 7.5-8.0 de média geral aqui no Brasil. No caso de existir bolsa acadêmica (geralmente correspondem entre 5% a 30% de bolsa), pode ser agregada à bolsa esportiva que o treinador está oferecendo. A conclusão deste ponto é que as bolsas dependem de:
– nível técnico (rankings ITF, Universal Tennis, WTA e ATP se houver, video) quem não tem resultados nessas ligas dependerá exclusivamente de video e recomendação
– notas do ensino médio, nota do TOEFL e do SAT
– Orçamento do treinador e quanto ele quer oferecer
– Universidade que o estudante-atleta escolheu (pode conseguir, como exemplo, 30% em uma divisão 1, e 80% em uma divisão 2). Vejam o que geralmente precisa no tênis para os seguintes níveis de tênis (tanto no masculino quanto feminino):
NCAA DI TOP 20: Ser top 100 ITF Ranking ; UTR men 13-14-15  ; UTR women 10-11-12
NCAA D1 TOP 75 : TOP 400 ITF ; UTR men 13-14  ; UTR women 9-10-11
NCAA D1 fora do TOP 75: Top 10 no Brasil ranking juvenil; TOP 400 ITF; UTR men 12-13-14 ; UTR women 9-10
NCAA DII TOP 10: TOP 10 no Brasil Ranking Juvenil; TOP 400 ITF; UTR men 11-12-13-14; UTR women 8-9-10
NCAA DII TOP 10-25: TOP 50 ranking Brasileiro juvenil 18; muito foco em videos + resultados em campeonatos
NCAA DII abaixo top 25: Mais foco em videos + resultados em campeonatos

 

MC GRADUATION

ByEdmir C Cavalcante

Classificação Acadêmica das Universidades Mundiais 2015

Sábado, 15 de Agosto,2015
Xangai, República Popular da China

A Classificação Académica das Universidades Mundiais 2015 (em inglês: Academic Ranking of World Universities, e em sigla: ARWU) é divulgada hoje pelo Centro de Universidades de Classe Mundial da Universidade de Jiao Tong de Xangai. A partir de 2003, ARWU vem apresentando anualmente as 500 melhores universidades com base em metodologia transparente e dados de terceiros. Tem sido reconhecida como um precursor de classificações globais das universidades e o mais fidedigno.

A Universidade de Harvard continua a ser número um no mundo para o 13º ano, e as outras universades de 10 melhores são: a Stanford, o MIT, a Berkeley, a Cambridge, a Princeton, o Caltech, a Columbia, a Chicago e a Oxford. Na Europa Continental, o Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (ETH Zurich) (20ª) na Suíça ocupa o primeiro lugar, e a Universidade de Copenhague (35ª) na Dinamarca ultrapassa a Universidade Pierre e Marie Curie (36ª) da França como a 2ª melhor universidade nesta região. A Universidade de Tóquio (21ª) e a Universidade de Quioto (26ª) mantêm suas posições de liderança na Ásia. A Universidade de Melbourne (44ª) encabeça outras universidades na Oceânia.

A Universidade de Warwick (92ª) no Reino Unido entra na lista das 100 melhores universidades pela primeira vez. No total há 11 universidades que se introduzem na lista das 500 melhores universidades em 2015, entre os quais a Universidade de Tecnologia da Queenslândia da Austrália e a Universidade de Tecnologia de Sharif do Irão fazem suas primeiras aparições.

O Centro de Universidades de Classe Mundial também lança a Classificação Académica das Universidades Mundiais 2015 por Grandes Áreas Temáticas (ARWU-FIELD) e a por Áreas Temáticas (ARWU-SUBJECT). As 200 melhores universidades em cinco grandes áreas temáticas e em cinco áreas temáticas selecionadas são enumeradas, onde as 5 melhores universidades são:

As listas completas e metodologias detalhadas podem ser encontradas no site da Classificação Académica das Universidades Mundiais em http://www.ShanghaiRanking.com/

Classificação Académica das Universidades Mundiais (ARWU): Desde 2003, a ARWU vem apresentando anualmente as 500 melhores universidades com base no conjunto de indicadores objectivos e dados de terceiros. A ARWU tem sido reconhecida como o precursor de classificação global das universidades e a tabela classificativa mais confiável. A ARWU adota seis indicadores objetivos para classificar as universidades mundiais, incluindo o número de ex-alunos vencedores do Prémio Nobel e da Medalha Field, e os membros do corpo docente que obtiveram tais prémios, o número de pesquisadores altamente citados selecionados, o número de artigos publicados em revistas da Natureza(Nature) e da Ciência(Science), o número de artigos indexados no Science Citation Index – Expanded e Social Sciences Citation Index, e o desempenho docente per capita da universidade. Mais de 1.200 universidades são realmente classificadas pela ARWU cada ano e as 500 melhores são publicadas.

Centro de Universidades de Classe Mundial da Universidade de Jiao Tong de Xangai: O CWCU (em inglês: Center for World-Class Universities at Shanghai Jiao Tong University, e em sigla: CWCU) dedica-se ao estudo teórico e político das Universidades de Classe Mundial com uma história de mais de 25 anos. Iniciou a “Conferência Internacional sobre Universidades de Classe Mundial” em 2005, e tem organizado este evento bienal desde então. O CWCU tenta criar bases de dados de grandes pesquisas das universidades do mundo e uma câmara de compensação da literatura sobre as universidades de classe mundial, oferecendo consultas para os governos e universidades.

Consultoria de Classificação de Xangai: Eis uma organização totalmente independente dedicada à pesquisa do ensino superior. É o editor oficial da Classificação Académica das Universidades Mundiais.

Site: http://www.ShanghaiRanking.com/

Contato: Dr.Ying CHENG em pr@shanghairanking.com

ByEdmir C Cavalcante

Universal Tennis Rating

Ferramenta que os técnicos norte-americanos vêm utilizando para medir o nível esportivo dos atletas nacionais e internacionais, porém essa ferramenta começou a ficar muito popular desde o ano passado. O nomes da ferramenta é UTR (Universal Tennis Rating), ou ranking universal do tênis.

O que é o UTR?
– É um algoritmo que calcula quantos games e sets o atleta ganhou nas últimas 30 partidas (dos últimos 12 meses) e de acordo com a quantidade de sets e games que o atleta ganhou, o algoritmo irá classifica-lo(a) em um nível de 0 à 16.

Todos os atletas estão nesse UTR?
– O UTR é bem abrangente e computa resultados de mais de 2000 torneios ao redor do mundo. Ele possui milhares de atletas em seu banco de dados, desde profissionais renomados (Federer, Nadal e cia) até atletas que jogam amador. Para o atleta ter seu nível rankeado depende de quais torneios o(a) atleta joga.
Quais são os torneios que devo jogar para ter meu nome no UTR?
– Para os atletas serem classificados na ferramenta é recomendável que o atleta jogue os principais torneios do Brasil como os brasileiros, COSAT’s, ITF’s.
Meu nome não está no UTR, posso não conseguir bolsa nos EUA por causa disso?
– Na verdade não, os técnicos olham o conjunto todo do atleta, como ranking ITF (se disponível), as notas (para saber se o atleta possui os requerimentos mínimos para ser admitido pela universidade), o UTR, o vídeo com as melhores jogadas do atleta e os resultados mais recentes.
Ter o UTR já é um indicativo muito forte do nível técnico do(a) atleta, mas caso não tenha, o vídeo do atleta será o principal viabilizador da bolsa.

Como faço para aumentar meu nível no UTR?
– Jogar torneios e obter bons resultados contra jogadores melhores ranqueados que você. Por exemplo, se o atleta jogar contra um jogador de nível 12 no UTR e perder por um duplo 6-4 isso indica que o(a) atleta não está longe do nível 12, o UTR pode classifica-lo(a) no nível 11. Mas se o atleta jogar contra um atleta de nível 12 e perde por um duplo 6-1 ou 6-0, isso indica que o atleta pode ser classificado como um nível 9 ou menos.
Que nível que é bom ter no UTR?
– Os atletas que visam o profissional sem antes passar pelos colleges nos EUA, são os atletas de nível 15, pois segundo o site, um jogador de nível 15 tem condições de estar entre os Top100 – Top200 da ATP e viver do tênis. O João Souza (Feijão) é um exemplo de jogador UTR 15. O top junior Orlando Luz, variou recentemente o UTR (entre 15 e 14). Em muitos casos, atletas que estão abaixo do nível 14 UTR, recomenda-se que jogue tênis no college antes de prosseguir para o profissional (site da UTR).

Como acesso o UTR?
– É bem simples, vá até o site www.universaltennis.com procure pelo botão verde que está no meio da tela com a frase ” sign up it’s free “, faça seu registro e chegará um email de confirmação na sua caixa de entrada, confirme seu email e você já terá seu login e senha para acessar e explorar a ferramenta.

Qual a média de UTR dos times universitários nos EUA?
Pesquisei a média do UTR dos times masculino e feminino das universidades Top150 do acadêmico dos EUA e também das Top75 do tênis, de todas as divisões da NCAA Division I, II e III. A média você encontra abaixo:
Top acadêmico, segundo US NEWS
#1º Princeton University (NCAA Division I)
Men Tennis: 12,8
Women Tennis: 9,5
#2º Harvard University (NCAA Division I)
Men Tennis: 12,30
Women Tennis: 9,6
#3º Yale University (NCAA Division I)
Men Tennis: 12
Women Tennis: 9
#4º Columbia University (NCAA Division I)
Men Tennis: 13
Women Tennis: 10
#5º Stanford University (NCAA Division I)
Men Tennis: 13
Women Tennis: 9,8
#6º University of Chicago (NCAA Division III)
Men Tennis: 12
Women Tennis: 8
#7º MIT (NCAA Division III)
Men Tennis: 11
Women Tennis: 8
#8º Duke University (NCAA Division I)
Men Tennis: 12.5
Women Tennis: 10,5
#9º University of Pennsylvania (NCAA Division I)
Men Tennis: 12,8
Women Tennis: 9,5
#10º California Institute of Technology (Division III)
Men Tennis: 9
Women Tennis: 6,5
#11º Johns Hopkins University (NCAA Division III)
Men Tennis: 11,5
Women Tennis: 7,6
#20º University of California – Berkeley (NCAA Division I)
Men Tennis: 13
Women Tennis: 12
#40º University of California – Davis (NCAA Division I)
Men Tennis: 12,4
Women Tennis: 8
#51º University of Florida (NCAA Division I)
Men Tennis: 12,5
Women Tennis: 10,8
#103º University of Tennesse(NCAA Division I)
Men Tennis: 12,6
Women Tennis: 9
#149º Oklahoma State University
Men Tennis: 13,5
Women Tennis: 10,5

Agora vamos as top75 do tênis da division I:
#1º University of Oklahoma
Men Tennis: 13,5
#2º University of Southern California
Men Tennis: 13
#3º University of Georgia
Men Tennis: 13,5
#4º University of Virginia
Men Tennis: 13,7
#5º Baylor University
Men Tennis: 13,4
#6º University of Illinois
Men Tennis: 13,3
#7º Duke University
Men Tennis: 12,4
#8º North Carolina University
Men Tennis: 11,5
#9º Ohio State University
Men Tennis: 13,4
#10º University of Texas at Austin
Men Tennis: 13,5
#15º University of Mississippi
Men Tennis: 12,8
#20º University of Tennessee
Men Tennis: 12,4
#35º Clemson University
Men Tennis: 12,4
#50º Princeton University
Men Tennis: 12,6
#60º Michigan State University
Men Tennis: 12,3
#75º university of Arizona
Men Tennis: 12,3
Top75 Women Tennis Division I
#1º University of North Carolina
Women: 10,25
#2º University of Florida
Women: 11,25
#3º University of Georgia
Women: 11
#4º UCLA
Women: 10
#5º UC Berkeley
Women: 10,75
#6º Baylor University
Women: 10
#7º University of Virginia
Women: 10,6
#8º University of Alabama
Women: 10
#9º University of Miami
Women: 10,8
#10º Stanford University
Women: 9,6
#15º University of Michigan
Women: 10,25
#20º University of South Carolina
Women: 9,7
#35º University of Tulsa
Women: 10,25
#50º Virginia Tech
Women: 9,5
#60º Princeton University
Women: 9,7
#75º University of Kansas
Women: 9,6

Vamos colocar a média do UTR de times masculinos e femininos das universidades que estão fora das top75 da Divisão 1 do tênis:

College of Charleston
Men Tennis: 11,45
Women Tennis: 8,6
Grand Canyon University
Men Tennis: 11,6
Women Tennis: 7,75
UNC Asheville
Men Tennis: 11,2
Women Tennis: 8,4
Top50 Men Tennis Division II
#1º Barry University
Men Tennis: 12,5
#2º Armstrong Atlantic State
Men Tennis: 12,5
#3º University of West Florida
Men Tennis: 12
#4º Lynn University
Men Tennis: 12
#5º Hawaii Pacific University
Men Tennis: 12,75
#6º Concordia College (NY)
Men Tennis: 12,3
#7º Lander University
Men Tennis: 12,2
#8º Saint Leo University
Men Tennis: 12,75
#9º Rollins College
Men Tennis: 11
#10º Columbus State University
Men Tennis: 11,5
#15º University of California San Diego
Men Tennis: 11
#20º Brigham Young University Hawaii
Men Tennis: 11
#35º Washburn University
Men Tennis: 10,4
#50º Tusculum College
Men Tennis: 10,6
Top50 Women Tennis Division II
#1º Armstrong Atlantic State
Women: 10,4
#2º Brigham Young University Hawaii
Women: 9,5
#3º Barry University
Women: 9,6
#4º Hawaii Pacific University
Women: 9
#5º Abilene Christian University
Women: 8,6
#6º Columbus state University
Women: 8,6
#7º University of West Florida
Women: 8,8
#8º Saint Leo University
Women: 9,2
#9º Lynn University
Women: 9,5
#10º Rollins College
Women: 8,2
#15º California University of Pennsylvania
Women: 7,6
#20º University of California San Diego
Women: 7,8
#35º Palm Beach Atlantic (Florida)
Women: 7,4
#50º Chestnut Hill College
Women: 7,3
Universidades que estão fora das Top50 da divisão II
North Greenville University
Men: 9
Women: 5,5
Missouri Baptist University
Men: 8,5
Women: 7
Pesquisa realizada por Maurício Cabrini e Leonardo Guimarães da MC Graduation.

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ByEdmir C Cavalcante

Como funcionam as ligas esportivas americanas, quais são seus pré-requisitos e quais as diferenças entre elas?

As principais ligas universitárias americanas são NCAA, NAIA e NJCAA.

1 – LIGA NCAA (National Collegiate Athletic Association).
• Esta liga possui em torno de 1.000 universidade afiliadas e é subdividida em três divisões (Divisão I, Divisão II e Divisão III). O que muitos pensam de imediato, é que os melhores times e universidades estão na Divisão I, porém o que determina em qual divisão a universidade irá atuar não é nível técnico de seu time nem o nível acadêmico, e sim o número de esportes e bolsas que a universidade oferece aos seus atletas. Para fazer parte da Divisão I, a instituição deve oferecer bolsa aos seus atletas em pelo menos 14 esportes. Alguns exemplos de divisão 1 são as Ivy League, como Harvard, Yale, Dartmouth, entre outras. Para fazer parte da Divisão II, a universidade deve oferecer bolsa em pelo menos 10 esportes, exemplos são a Barry (Miami), Lynn (Boca Raton), West Florida (Pensacola), entre outras. Por fim a universidade de Divisão III, deve competir em pelo menos 10 esportes, mas não oferece bolsa aos seus atletas. Alguns exemplos de universidades divisão 3 são Emory University (Atlanta), MIT (Cambridge) e Carnegie Mellon (Pittsburgh), todas TOP schools do acadêmico nos EUA.

 

2 – LIGA NAIA (National Association of Intercollegiate Athletics)
• A NAIA possui em torno de 220 universidades filiadas e possui apenas uma divisão. A principal diferença entre NAIA e NCAA é o fato da instituição de ensino escolher em qual das duas ligas irá se filiar. Entretanto a maioria das universidades TOP do acadêmico e esportivo estão na NCAA, por isso recebe mais apoio da mídia.

Outro ponto importante de ressaltar é que times da NCAA e NAIA podem competir uns contra os outros durante a temporada regular.

IMPORTANTE : Vamos falar sobre os pré-requisitos de admissão dessas duas ligas.

  • O estudante-atleta deve prestar as provas SAT e TOEFL. No SAT (prova de inglês e matemática) deve tirar no mínimo 820 (total 1600) para jogar a NCAA e 860 para jogar a NAIA.
  • No TOEFL(prova de inglês), o ideal é tirar 80 pontos (total 120), mas se caso o estudante tirar 61 pontos pra mais, já é possível encontrar opções para ingressar em uma dessas duas ligas (contato que tenha o SAT). Portanto é fundamental que o estudante se prepare bem para essas provas, pois dessa forma terá mais propostas de bolsa.

Mas MC Graduation, e se eu tenho inglês básico?

Saiba que você também tem opções de estudar e jogar nos Estados Unidos e a liga que irá se encaixar melhor no seu perfil será a NJCAA (National Junior College Athletics Association).

  • Antes de falar sobre essa liga, vamos entender melhor como funciona o sistema de ensino norte-americano, de modo geral o curso de graduação tem duração de quatro anos, sendo os dois primeiros anos básicos e os últimos dois anos de especialização.

Entendido isso, vamos as Junior Colleges, elas oferecem apenas os dois primeiros anos (básicos/general studies/pre-requisites), e a grande maioria delas não fornecem bolsas, mas em muitos casos acabam compensando, pois por oferecerem apenas o ensino básico, seu custo costuma ser mais acessível do que entrar direto em uma universidade filiada a NAIA ou a NCAA. A grande vantagem das Junior Colleges é que não requerem SAT e o TOEFL mais pedido é enre 45-61 pontos (total de 120).

Como as Junior Colleges não podem se filiar as outras duas ligas, foi criada a NJCAA, que é uma liga muito competitiva que somente as Junior Colleges podem se filiar.

Existe a liga particular das Junior Colleges da California, com aproximadamente 100 universidades com modalidades esportivas, e também a liga nacional, com mais de 300 universidades.

Após os dois anos de Junior College, o estudante precisa completar os dois anos da especialização em uma universidade da NAIA ou NCAA, o que vai levá-lo a sua graduação.

 

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ByEdmir C Cavalcante

Eligibility

Olá atletas, pais e treinadores, tudo bem? O tópico de hoje é muito importante, falaremos sobre a Eligibility dos atletas e como obtê-la. Todos estudantes-atletas devem entender sobre o eligibility já no inicio do ensino médio para planejarem de acordo e não serem prejudicados futuramente.

Estas Informações são muito importantes para os tenistas que têm dúvidas sobre quando ir jogar tênis universitário nos EUA e até quando podem ingressar em uma universidade americana.

Primeiramente vamos entender o que significa eligibility, quando dizemos que um atleta está eligible, quer dizer que o atleta está QUALIFICADO para jogar a NAIA ou NCAA (ligas esportivas universitárias americanas).

As ligas usam critérios diferentes para qualificar seus atletas: Na NAIA, o atleta deve ter DOIS dos TRÊS itens abaixo:

– Atingir no mínimo 860 no SAT ou 18 no ACT.

– Ter GPA de no mínimo 2.0 no ensino médio (total de 4.0 pontos).

– Ter se formado entre os 50% melhores da sua sala no ensino médio.

Informações importantes sobre a NAIA:

* Não existe limite de idade para participar da NAIA, porém o atleta só pode jogar até 4 temporadas pela NAIA, uma vez jogada as 4 temporadas o atleta perde seu eligibility.

* Se o atleta já tiver se formado em algum curso de graduação no Brasil, o mesmo não estará eligible para jogar a NAIA.

* Se caso o atleta jogar algum torneio profissional ou que ofereça dinheiro como premiação após o término do ensino médio, o atleta perde 1 ano de eligibility.

Como muitos devem saber, a NCAA contém três subdivisões, sendo elas a Division I, Division II e Division III.
ATENÇÃO: A NCAA divulgou novas regras para se obter o eligibility a partir de 1 de Agosto de 2016. E essas novas regras são:

Para NCAA Division I:
– Ter no mínimo GPA de 2.3 (total de 4.0).
– A nota mínima no SAT ou ACT, vai de acordo com o GPA do atleta, quanto maior o GPA, menos nota ele(a) irá precisar no SAT ou ACT. Veja os dois exemplos a abaixo:
Jogador(a) A tem 2.3 de GPA, então esse(a) atleta precisa tirar pelo menos 1080 no SAT ou 93 no ACT.
Jogador(a) B tem 3.0 de GPA, então esse(a) atleta precisa tirar pelo menos 800 no SAT ou 66 no ACT.
A tabela completa encontra-se no link: http://www.athleticscholarships.net/academic-requirements.htm

Para NCAA Division II os requisitos são mais baixos e estes são:
– Ter no mínimo GPA de 2.0 (total de 4.0).
– Atingir no mínimo 820 no SAT ou 68 no ACT. Para estar eligible para a NCAA Division III não existem requisitos acadêmicos, o atleta deve atender aos requisitos mínimos da universidade que joga a Division III.

Informações importantes sobre a NCAA:
• Se o atleta já for formado em alguma universidade no Brasil, o mesmo perde todo seu eligibility.
• O atleta tem 6 meses após conclusão do ensino médio para entrar em uma universidade de Division I, após esses 6 meses, caso jogue qualquer torneio organizado, o atleta começa a perder seu eligibility. Para Division II o atleta tem até 1 ano para entrar na universidade, após esse 1 ano, ao jogar torneios, o atleta também começa a perder eligibility.
• Após o “grace period” (periodo paga jogar torneios) o atleta perde 1 ano de elibigility para cada ano de torneio jogado (mesmo que jogue 1 torneio só, perderá 1 ano de eligibility)
• 180,000 alunos se registram por ano no site da NCAA, porém aproximadamente apenas 76,000 (42%) são selecionados para jogar as Divisions I e II.

• Na eventualidade de um(a) atleta perder o eligibility, ele pagará a punição nos primeiros anos de faculdade (conhecido nos EUA como “sit out”). Vamos supor que o atleta A perdeu 1 ano de eligibility, portanto em seu primeiro ano ele não terá bolsa esportiva e na grande maioria dos casos, por regras da NCAA, não poderá treinar com a equipe. Atletas que precisam “sit out” recebem bem menos propostas de bolsa ou nenhuma, pois o técnico não poderá contar de imediato com o atleta.

• Outro detalhe que não pode passar em branco é se caso o(a) atleta repetir qualquer ano entre o 9º ano do ensino fundamental e o 3º ano do ensino médio o atleta será penalizado em perda de 1 ano de eligibility.

OBS: É altamente recomendável que o atleta que deseja jogar em uma dessas duas ligas, comece a se preparar pelo menos 1 ano antes da data de embarque. Estamos prontos para dar todo o apoio durante todo o processo pré-embarque até o dia em que o estudante/atleta se formar na universidade.

Para mais informações sobre nossos programas esportivos e acadêmicos nos EUA, por favor, enviar email para leonardo@mcgraduation.com.br START AT THE TOP WITH MC GRADUATION.