Categoria TENIS JUVENIL

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Liberação da EAD no Ensino Médio

O Conselho Nacional de Educação decidiu liberar o ensino a distancia para os cursos de ensino médio. Ou seja, ensino não presencial.

Há, sem dúvida, uma racionalidade na proposta. Com a incorporação das tecnologias modernas de aprendizagem, que quando bem empregadas podem enriquecer o ensino a distancia e torná-lo mais atraente e eficaz, regiões e indivíduos que apresentam dificuldade de assistir a aulas presenciais de forma contínua poderiam ser atendidos. Para isso o Brasil precisa avançar na qualidade da estrutura de informatização das escolas e dos alunos, além do acesso a uma velocidade adequada de internet.

Existem, no entanto, problemas que geram as objeções que surgirão ao projeto, que serão grandes e provavelmente radicais, como todos os temas atuais no Brasil. associados a esse tipo de ensino.

O primeiro é a perda do convívio dos estudantes entre si e com seus professores em um ambiente acadêmico, que deveria ser estimulante e culturalmente rico, mas que, na verdade, no Brasil da escola pública em geral não é. Pelo contrário, provavelmente o estudante estaria bem melhor acomodado e até assistido se estudasse em casa.

Uma segunda objeção é a massificação sem qualidade que se observou na expansão do ensino superior a distancia no Brasil, com a prática de preços que certamente não sustentam uma programação moderna e de qualidade dos conteúdos apresentados.

Com algumas exceções, vemos um ensino a distancia muito longe ainda de incorporar o melhor da pedagogia potencialmente tão rica que poderia ser disseminada pelas novas tecnologias. O que mais existe são aulas presenciais substituídas por apostilas e vídeos sem interação de fato com professores, quando muito um fórum de discussão que nem sempre conta com um mediador qualificado. Entretanto, esse não é o ensino a distancia que queremos, mas que infelizmente tem vicejado no Brasil no ensino superior acobertado pelo simples desejo do aluno obter um diploma.

Além disso, a própria avaliação de rendimento, feita autonomamente por cada instituição responsável pelo curso, dos próprios estudantes para emissão de diploma, tem sido feita usando os referenciais de qualidade de cada instituição, o que arrepia os educadores mais exigentes, mesmo que estes saibam que no ensino presencial o mesmo pode e vem acontecendo.

Por outro lado, um argumento que não pode ser descartado a favor da atual proposta de inclusão da EAD e o fato de que a reforma do ensino médio com seu núcleo comum e cinco áreas de aprofundamento, certamente, como já comentei em outro artigo recente, não poderá ser concretizada em um grande número de colégios, em cidades carentes principalmente, por falta de recursos e de profissionais especializados.

A nova lei do ensino médio abriu as portas à necessidade da introdução de outras formas de educação que não o tradicional ensino presencial, com professor e aluno em sala de aula sincronamente. Há, claramente, esse impasse na proposição do Ministério da Educação.

Acredito que a única solução para implantar a nova lei do ensino médio – com todas as suas exigências, e ao mesmo tempo garantir um mínimo de qualidade nos resultados acadêmicos alcançados, incluindo a EAD como forma legítima de ensino -seria a introdução, que o instituto Lobo vem defendendo há muito tempo, de um exame nacional de conclusão do ensino médio, cujo diploma só seria validado aos estudantes nele aprovados.

É claro que o estudante reprovado poderia repetir o exame, mas não receberia seu diploma até ter demonstrado o mínimo de competências esperado de uma pessoa formada no ensino médio.

Mais fácil ainda seria usar o ENEM como exame nacional de suficiência, fugindo-se do comodismo de jamais usar as avaliações com efeito certificatório, pelo risco de desagradar os estudantes

O ensino médio é fundamental na educação de um povo, por ser ele, em seu caráter amplo e interdisciplinar, que assegura a cultura geral mínima dos cidadãos. Ele é a chave do desenvolvimento de uma nação.

Tudo indica que as soluções precisam andar juntas para se encontrar uma saída para aos impasses a que estamos sendo conduzidos no momento.

No entanto, será preciso coragem para adotar a solução do exame nacional de ensino médio como ele ocorre na França e em outros países, porque a proposta gerará resistência dos estudantes, professores e, principalmente, das instituições que tem se beneficiado com a falta de uma fiscalização eficiente sobre seus resultados e pela consequente impunidade pela baixa qualidade do ensino oferecido a preço de banana. Mas a sociedade sairia beneficiada.

Infelizmente, a sociedade brasileira não tem demonstrado que tem um rosto próprio, somente os movimentos mais corporativistas têm visibilidade no país e cobertura da imprensa.

 

Copio abaixo, artigo da professora Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo sobre a proposta do exame de conclusão do ensino medio, publicado no site do Instituto Lobo em 2009.

 

 

SUGESTÃO DE MUDANÇA PARA UM TIME QUE ESTÁ PERDENDO

 

            Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo                                                 2009

 

 

“Todos os dados indicam que a educação brasileira é um time que está perdendo – em todos os níveis.

A proposta do PAC da Educação, apresentada pelo Ministro da Educação ao Governo Federal é uma boa notícia uma vez que tenta estimular o bom desempenho e apresentar, com transparência, resultados de avaliações de conteúdo.

Já é de conhecimento público que a situação do sistema educacional brasileiro é desoladora. O diagnóstico que inclui nossa educação entre as piores do mundo se expressa, numa ponta, nos resultados medidos pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) e também nos resultados sofríveis que nossas escolas obtêm do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica, e na outra, no fato de que apenas a Universidade de São Paulo se inclui entre as 150 melhores do mundo. Há pouco a ser preservado no ensino do país.

É preciso que os educadores brasileiros parem de gastar suas energias reclamando dos salários (que são pequenos, mesmo, como o da maioria dos trabalhadores brasileiros), diminuam a ênfase no que eles denominam da formação de consciências cidadãs e passem a formar estudantes com o necessário domínio dos conteúdos mínimos para comporem uma sociedade mais justa e, também, mais competitiva. Como fazer?

A recuperação da educação brasileira pode ser feita a partir de duas abordagens.

A abordagem habitual sempre leva a soluções que demandam três “recursos”, dos quais pelo menos dois são extremamente escassos no Brasil: tempo, dinheiro e participação democrática de todas as partes envolvidas.  Por esta razão, ela se mostra política e financeiramente inviável e inexequível no espaço de tempo necessário para que o país não tenha, a cada mudança em seu sistema educacional, mais do mesmo. No caso, o mesmo são os resultados medíocres para todos os atores envolvidos.

A segunda maneira de abordar a questão é por meio de ações concretas: sistemas de avaliação e de incentivo. A avaliação é o único mecanismo que permite ao Estado monitorar um setor prioritário para o desenvolvimento do país. Sem ele, o sistema de incentivos no setor privado é entregue ao mercado, enquanto, no caso do setor público, a ausência de controle leva à absoluta falta de compromisso com os resultados.

Na última década, o governo federal tem avançado nessa área, implantando provas de avaliação para os estudantes egressos do ensino médio e superior. Este primeiro passo é fundamental, mas avaliação precisa ter consequência e não pode ser visto como um fim; ao contrário, ela é sempre o meio para se aprimorar processos e sistemas ineficientes. E aqui entram os incentivos.

Quem perde com uma eventual queda de qualidade na educação brasileira? Todos nós, mas a perda não nos faz ir até a escola do nosso bairro cobrar desempenho, uma vez que nosso esforço terá um efeito marginal e quase despresível no nosso bem-estar. 

Quanto aos professores, se a remuneração e as condições de trabalho não dependem do desempenho dos seus alunos, eles serão tão pouco afetados com a queda de qualidade quanto qualquer um de nós.

Os alunos são aqueles que sofrerão mais diretamente as consequências de uma educação de baixa qualidade.

Acomodar-se a essa situação é condenar definitivamente àqueles que estudam nas escolas públicas de primeiro e segundo graus a buscarem empregos de segunda classe, sem possibilidades de competir com os demais pelas vagas das universidades públicas de qualidade. 

De alguma maneira, alunos e professores têm que ser corresponsáveis pelo sucesso de todo o sistema educacional. E não há outra maneira de se quebrar o ciclo da mediocridade a não ser por mecanismos que forcem a cobrança mútua dos dois maiores envolvidos e interessados na melhoria de qualidade da educação. 

Diante disso, sugerimos que se vá um passo além das iniciativas propostas atualmente pelo MEC: a implantação de um exame nacional obrigatório de suficiência para que o aluno tenha direito a algum diploma. Começaria pelo ensino fundamental e se estenderia ao ensino médio. Com isso, em poucos anos, nenhum diploma no Brasil seria expedido sem a garantia de que o estudante domina, razoavelmente, os conteúdos mínimos pelos quais aquele grau de ensino é responsável.

Nem precisamos listar aqui os argumentos contrários a uma proposta como esta. Todos conhecemos os velhos chavões. Eles poderão facilmente ser utilizados para tentar, mais uma vez, fazer com que nada mude.

Mas o que aqui se propõe – um exame de suficiência e a volta aos bancos escolares dos alunos que não obtiverem o resultado mínimo – fundamenta-se na crença de que nada mudará no Brasil enquanto avaliações educacionais que mostram o fracasso das nossas escolas não tiverem consequências concretas: os governos estaduais e municipais transferem as culpas e responsabilidades uns aos outros e o governo federal tem pouco poder sobre esses sistemas de ensino.

Num tal contexto, só uma prova de caráter nacional com a divulgação (sim senhor!) dos resultados por escola, por município, por estado, dará direito ao aluno de ter seu diploma validado, podendo o aluno reprovado fazer o exame quantas vezes fosse preciso. Não mais teríamos diplomados analfabetos funcionais, escolas e professores faz de conta que não sabem ensinar e não se sentem crresponsáveis pelo fracasso dos alunos, e os políticos teriam que passar a prestar contas, de fato, a alguém.

Uma tal medida fará com que pais e alunos – enfim a sempre preterida sociedade civil “não organizada” – com medo de que seus filhos passem anos na escola e depois não consigam ter o diploma, talvez se engajem numa campanha pela efetiva qualificação do ensino brasileiro. Vão pressionar governos e escolas privadas – aí sim – a investirem mais nos professores, nos processos, na infraestrutura etc. Ao se cobrarem resultados, os responsáveis passam a procurar soluções efetivas.

            Esta proposta não busca culpados, nem abnegados. Também não tem a ilusão de ser remédio para todos os males, mas pode ajudar a reverter o quadro da educação brasileira sobre o qual o único consenso de que se dispõe é negativo: pior do que está, não pode ficar!”

https://educacao.estadao.com.br/blogs/roberto-lobo/liberacao-da-ead-no-ensino-medio/

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Saiba como funciona o ensino médio EAD

Descubra como funciona o Ensino Médio a distância, as vantagens do modelo e quem pode cursar essa modalidade!

O Ensino Médio é a etapa de conclusão do Ensino Básico. Ele é um elo entre o Ensino Fundamental e a educação superior. Esse curso na modalidade presencial tem a duração de três anos, com o mínimo de 800 horas e 200 dias letivos.Alunos que não tiveram a oportunidade de concluir essa etapa de ensino na modalidade presencial podem optar por fazer o Ensino Médio na modalidade da Educação a Distância (EAD).

Há instituições que oferecem esse tipo de ensino simultaneamente com o ensino profissional. Porém, existem regras, inseridas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), fixadas pelos Conselhos de Educação, para que as escolas possam oferecer o Ensino Médio à distância.Todas as instituições de ensino superior do país exigem que seus alunos tenham concluído o Ensino Médio para que possam ingressar em um curso superior das mesmas.

Com isso, o aluno deve verificar se a escola onde pretende fazer o Ensino Médio EAD é reconhecida pelo Conselho Estadual de Educação, que verifica estrutura curricular, material didático, qualidade dos professores e instalações físicas.

Vantagens de cursar o Ensino Médio à distância

Todos os alunos com idade acima de 14 anos podem fazer o Ensino Médio à distância. Porém, cada instituição define a idade mínima de matrícula do mesmo;

O tempo de conclusão do curso varia de acordo com o ritmo de estudo do aluno e de sua disponibilidade;

O aluno pode escolher onde, quando e como pretende estudar, e tem o controle total sobre sua programação de aulas e pode encaixá-las de acordo com sua disponibilidade;

O Ensino Médio a distância tem a mesma qualidade de um ensino médio presencial, pois os professores dessa área são extremamente focados no preparo de um material didático que ajude o estudante a absorver o conteúdo com maior facilidade;

Após concluir o Ensino Médio o aluno obtém mais oportunidades no mercado de trabalho e pode dar início a cursos superiores em faculdades e universidades;

Instituições que oferecem o Ensino Médio EAD Existem diversas opções de instituições para alunos que desejam cursar o Ensino Médio à distância. As que mais se destacam, são:

Educação de Jovens e Adultos (EJA)

O projeto leva o Ensino Médio na modalidade à distância, a todos que não podem cursá-lo na forma presencial. É destino aos moradores do Rio de Janeiro, e oferecido a um custo reduzido, uma oportunidade ao estudante de concluir os estudos e se qualificar para o mercado de trabalho.

O curso oferece a possibilidade de cursar as três séries do Ensino Médio ou somente a 3ª série. A instituição oferece uma apostila eletrônica para cada disciplina ministrada, vídeos explicativos sobre os conteúdos oferecidos e exercícios de fixação da matéria. Todo o estudo é acompanhado pelo tutor. Além disso, durante todo o curso, o estudante tem acesso ao ambiente virtual de aprendizagem, um espaço onde o aluno pode interagir com os colegas de equipe, e o atendimento é feito pelo ambiente virtual. Neste ambiente estão disponíveis ferramentas como chat, notícias, notas, materiais de apoio, que auxiliam o aprendizado nas disciplinas.

Instituto Monitor

A instituição oferece o material didático para que o aluno estude em casa, de acordo com a forma de pagamento escolhida pelo mesmo. Assim, ele poderá estudar com autonomia, de acordo com seu ritmo. Além disso, o instituto disponibiliza professores qualificados para esclarecer as dúvidas dos alunos e auxiliar no seu aprendizado.A duração mínima do curso é de 6 meses por série do Ensino Médio. O curso possui 7 disciplinas, organizadas pelas áreas de conhecimento. O aluno realiza uma prova para cada área estudada, realizando, ao total, 12 provas, que são baseadas no conteúdo estudado pelo aluno. A instituição disponibiliza ainda exercícios de fixação e simulados para a melhor preparação do aluno.

https://www.ead.com.br/cursos-online/escola-online/ensino-medio-a-distancia.html

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The Top-10 Brazilians in College Tennis

This week, we’re taking a look at the top -10 Brazilian men and women’s collegiate players. There are a number of young powerhouse Brazilian players hitting the court here in the US who are making a big splash in college tennis and have a bright future ahead of them.

 

UTR looked developed these rankings by sorting the Brazilian men and women by their current UTRs (looking at the score, strength of competition and match history over the past three months) for a current view of their collegiate season.

The top-4 women in 2017 are holding on to their top spots this year, with Luisa Stefani, Ingrid Gamarra Martins, Mariana Humberg and Alory Pereira holding onto the one, two, three and four rankings, respectively. For the men, Gabriel Freidrich and Leonardo Civita-Telles hang onto their positions as the No.1 and No.2 Brazilian men from last year, with freshman Gabriel Decamps taking a hold of the No. 3 spot. (Gabe was featured as a UTR Freshman to Watch this year, check out UTR’s conversation with the University of Central Florida Knight!)

Luisa Stefani (UTR 11.66) again earns the top spot for the Brazilian women this year. The 5’6 Junior at Pepperdine University hails from Sao Paolo and is majoring in advertising. During her collegiate career, Stefani was named the WCC Player of the Year for two years in a row (becoming the 5th woman in tennis history to achieve this back to back honor) and as a freshman, was named the ITA Rookie of the Year, becoming the first Pepperdine athlete to earn the award.

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Tennis Auckland Child Protection Protocol (CPP)

Tennis Auckland works closely with and has responsibility for all participants, many of whom are children (defined as under 18 years of age by Children’s Act 1989). Tennis Auckland detests the abuse of all people but especially of its members in general and children in particular. This abuse can be expressed as neglect, bullying by peers or adults, and verbal, emotional, physical or sexual abuse. Tennis Auckland and its affiliated clubs have a responsibility to ensure that appropriate policies and procedures are established to safeguard all children and its members from any threat of or form of abuse while participating in any aspect of our sport. All children, able bodied or disabled have the right to protection.

tennis auckland child protection policy

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Help your child succeed at tennis

LYNETTE FEDERER, mother of multiple Grand Slam champion Roger

It’s important that your child enjoys the game and isn’t forced into it: “I believe a child chooses tennis because he or she is attracted to and fascinated by the sport, and that could be through the parents, friends or family.”

Discipline is part of the game: “If a child wants to play tennis, then it means he or she has to behave properly at practice and during matches. This is not always an easy task as emotions play a big role, influencing behaviour and results. If your child is misbehaving, I would not intervene during practice, but would discuss it with the coach and try to identify why your child is behaving like that. Bad behaviour during practice can also be a result of a lack of interest, poor tennis coaching, or a child having a bad day at school or at home. I would also speak to the child about his or her behaviour. In Roger’s case, when his behaviour was poor during a match, I told him he was inviting or asking his opponent to beat him.”

Parents should go with the flow. Don’t be too ambitious for your child. And don’t intervene too much: “The progress of a child can differ in the same age group – due to size, maturity and other factors – so some children are going to progress faster than others at the beginning of their junior career and will later be surpassed by those who were weaker at an earlier age. Our role as the parent of a junior is to ensure they attend their practice (though not to stand behind the fence all the time), accompany them to their matches, motivate them and comfort them when necessary and, most importantly of all, to ensure that they enjoy the game, and not to put pressure on your child in any way.”

A child can start playing tennis from the age of three or four in a playful manner: “Roger started at the age of three because my husband and I spent weekends at the tennis club and he just picked up the racquet and loved playing against the wall, and at home against the cupboard. Whenever we could we played on court with him. He could play for hours by himself. Later he played with friends on the road with a mini-tennis net and a soft ball.”

It’s not easy to say how you can help your child find the right coach: “We were very fortunate that we had a good system in Switzerland. If a child was talented, they were selected with the best of their age group and had good regional coaches. We were also lucky to have very good coaches at our local club.”

A parent’s role can be very important in the success of a junior: ‘Without the support and guidance of a parent, it will be difficult for a junior to succeed.”

RICHARD WILLIAMS, father of Venus and Serena

Young tennis players need to know that there is a world outside tennis: “Tennis is just a game. I’m not proud of what my daughters have done in tennis. I’m proud of my daughters for who they are, and for what they’ve achieved outside tennis. Too many players in tennis, these champions, don’t know anything outside tennis. They haven’t been to college, tennis is all they know, and what else can they do? They stop playing and then they become coaches or television announcers, they stay in tennis. They can’t do anything else. Most players can’t see that there’s a life beyond the baseline, that the baseline is the baseline. My daughters have been to college, they have an education, and they’re not going to be broke.”

JUDY MURRAY, mother of Wimbledon champion Andy and doubles specialist Jamie

You need to let go a little at some stage: “You never know if you’ve made the right decision, but you have to apply common sense and go with your gut feeling a lot of the time. It’s not that you hand over everything, but you have to try to find the right places or the right people and you have to trust them. You have to keep an eye on it, you can’t just hand your child over to a tennis academy in Barcelona [Andy Murray trained at an academy in the city] and say, ‘I’ll be back for you in four months.’ You have to make sure they are doing the right things.”

You don’t know it all – get some help by talking to other parents: “I’ve heard enough horror stories about people who have got it wrong. You have to understand that you don’t know enough about it to think you can do it all yourself and so you have to find the right people to help you.”

All the latest news from the international tennis scene

PLAYERS’ VIEW

GREG RUSEDSKI, former US Open finalist and father of two

Make sure your child has good values: “Sometimes you get cheating in junior tournaments – that happens in every single country in the world. Your child has to understand that in the long run cheating isn’t going to work.”

Appreciate that your child won’t win every tournament they play: “There’s only one winner at the end of each week. There are going to be times when the child loses a lot of close matches, and the parent and coach have to make sure that the development is monitored.”

Understand that if your child is phenomenal at 12 or 14, it doesn’t guarantee future success: “And one child’s goal will differ from another’s. Some kids might use tennis to help them get a degree. Others might want to get a pro career. But kids can’t really make those decisions until they’re 16, 17, 18 years old. If I hadn’t been up to a certain level at the age of 17, I wouldn’t have got a university scholarship in America.”

Talk to the coach and make sure everyone is giving the same message to the child: “You can’t have one message from the coach and another one from the parent – they have to be passing on the same message.”

Don’t let your child take the easy route, especially if they want to play at the highest level: “The child has to understand what’s expected of them.”

Understand that as your child gets older, he or she may lose his or her passion for tennis, or they could get injured: “It’s a long voyage and lots of things can happen.”

ANA IVANOVIC, former world No 1 and French Open champion

It’s a very bad idea for anyone to coach their child, as it then becomes difficult for the parent to separate parenting and coaching: “It’s very hard for the kids, too. All of a sudden, kids don’t want to see their parents as they’ve had enough of tennis and practising. For parents, it’s going to be hard to educate their kid and talk about anything other than tennis. If a kid has to listen to a parent talking all the time about tennis, and then talking about life in general, the kid is going to be thinking, ‘OK, just leave me to live my life a little bit as I don’t want you to influence every part of it.’ Coaching your child can only hinder them.”

Parents should never try to live their dreams through their kids, and make them play a sport they don’t want to play: “I’ve seen that over the years, and it’s just wrong.”

The most important thing is to make sure that your child wants to be on court and takes pleasure from playing tennis: “There are so many talented kids out there who, at an early age, have been forced to train too much by their parents and they start to hate tennis. That’s because, all of a sudden, it’s something they have to do. Most kids just want freedom. They just want to play. Especially when they’re young, they just want to think that they’re playing a game, and that it’s nothing serious. So don’t force them to practise a certain number of hours.”

Kids should be encouraged just to play points, rather than doing drills: “They should be having a fun and interesting time on court – they shouldn’t be drilling or grinding as then they could lose the desire to play.”

Don’t put pressure on your child to succeed. Just support them: “My parents never put pressure on me. They just talked about how important it is to be happy, and to behave well on the court. Those were the most important things. Looking back, that was great as so many parents these days put so much pressure on their kids. What they should be doing is offering unconditional support. Yes, you should show your kid the way. You need to give them discipline, so that they respect the time and money that has gone into tennis, so they recognise that they have been given an opportunity to be on court. But that’s not the same as putting pressure on them.”

Allow your child to make their own decisions: “There are so many cases when parents are very, very controlling. That’s so bad. The parents should be there to make sure that there are the right people around their child. But then they should leave it up to their kid and the coach to play and learn and to go into the details.”

Extracted from Game, Set and Match by Mark Hodgkinson (Bloomsbury, RRP £12.99). Available from Telegraph Books.

http://www.telegraph.co.uk/active/11684408/Help-your-child-succeed-at-tennis.html

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Seletivas CORREIOS ETAPA2

Neste post comente sobre suas impressões acerca do clube, do traslado, da rede hoteleira, da cidade e da forma de disputa.

O espaço é dedicado ao debate e o resultado das opiniões servir de parâmetro para solicitação de ajustes ao regulamento.

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Classificação Acadêmica das Universidades Mundiais 2015

Sábado, 15 de Agosto,2015
Xangai, República Popular da China

A Classificação Académica das Universidades Mundiais 2015 (em inglês: Academic Ranking of World Universities, e em sigla: ARWU) é divulgada hoje pelo Centro de Universidades de Classe Mundial da Universidade de Jiao Tong de Xangai. A partir de 2003, ARWU vem apresentando anualmente as 500 melhores universidades com base em metodologia transparente e dados de terceiros. Tem sido reconhecida como um precursor de classificações globais das universidades e o mais fidedigno.

A Universidade de Harvard continua a ser número um no mundo para o 13º ano, e as outras universades de 10 melhores são: a Stanford, o MIT, a Berkeley, a Cambridge, a Princeton, o Caltech, a Columbia, a Chicago e a Oxford. Na Europa Continental, o Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (ETH Zurich) (20ª) na Suíça ocupa o primeiro lugar, e a Universidade de Copenhague (35ª) na Dinamarca ultrapassa a Universidade Pierre e Marie Curie (36ª) da França como a 2ª melhor universidade nesta região. A Universidade de Tóquio (21ª) e a Universidade de Quioto (26ª) mantêm suas posições de liderança na Ásia. A Universidade de Melbourne (44ª) encabeça outras universidades na Oceânia.

A Universidade de Warwick (92ª) no Reino Unido entra na lista das 100 melhores universidades pela primeira vez. No total há 11 universidades que se introduzem na lista das 500 melhores universidades em 2015, entre os quais a Universidade de Tecnologia da Queenslândia da Austrália e a Universidade de Tecnologia de Sharif do Irão fazem suas primeiras aparições.

O Centro de Universidades de Classe Mundial também lança a Classificação Académica das Universidades Mundiais 2015 por Grandes Áreas Temáticas (ARWU-FIELD) e a por Áreas Temáticas (ARWU-SUBJECT). As 200 melhores universidades em cinco grandes áreas temáticas e em cinco áreas temáticas selecionadas são enumeradas, onde as 5 melhores universidades são:

As listas completas e metodologias detalhadas podem ser encontradas no site da Classificação Académica das Universidades Mundiais em http://www.ShanghaiRanking.com/

Classificação Académica das Universidades Mundiais (ARWU): Desde 2003, a ARWU vem apresentando anualmente as 500 melhores universidades com base no conjunto de indicadores objectivos e dados de terceiros. A ARWU tem sido reconhecida como o precursor de classificação global das universidades e a tabela classificativa mais confiável. A ARWU adota seis indicadores objetivos para classificar as universidades mundiais, incluindo o número de ex-alunos vencedores do Prémio Nobel e da Medalha Field, e os membros do corpo docente que obtiveram tais prémios, o número de pesquisadores altamente citados selecionados, o número de artigos publicados em revistas da Natureza(Nature) e da Ciência(Science), o número de artigos indexados no Science Citation Index – Expanded e Social Sciences Citation Index, e o desempenho docente per capita da universidade. Mais de 1.200 universidades são realmente classificadas pela ARWU cada ano e as 500 melhores são publicadas.

Centro de Universidades de Classe Mundial da Universidade de Jiao Tong de Xangai: O CWCU (em inglês: Center for World-Class Universities at Shanghai Jiao Tong University, e em sigla: CWCU) dedica-se ao estudo teórico e político das Universidades de Classe Mundial com uma história de mais de 25 anos. Iniciou a “Conferência Internacional sobre Universidades de Classe Mundial” em 2005, e tem organizado este evento bienal desde então. O CWCU tenta criar bases de dados de grandes pesquisas das universidades do mundo e uma câmara de compensação da literatura sobre as universidades de classe mundial, oferecendo consultas para os governos e universidades.

Consultoria de Classificação de Xangai: Eis uma organização totalmente independente dedicada à pesquisa do ensino superior. É o editor oficial da Classificação Académica das Universidades Mundiais.

Site: http://www.ShanghaiRanking.com/

Contato: Dr.Ying CHENG em pr@shanghairanking.com

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G3 VITÓRIA-ES 2016

Estávamos desde 2011 sem realização de um circuito estadual .

Fazia-se apenas as etapas G2 no início do ano e nos demais meses não havia atividade para o tênis Infanto no ES.
Esta etapa já foi a terceira do ano e acontecerão mais outras 4 em junho, julho, setembro e outubro.
Tivemos 40 inscritos .
Alguns atletas de MG e RJ estiverem presentes .
O torneio obteve um bom nível técnico e há oportunidades de melhoria que serão avaliadas numa reunião já agendada com os pais de atletas no próximo dia 18/03.

Os campeões do torneio G3 encerrado hoje em Vitória – ES são :
10 anos Lucca Pignaton – filho de Victor Pignaton
10 anos feminino- Aline Lema – filha de Eduardo Lema
12 anos masculino – Pedro Abdala – filho da Tatiana Abdala
14 anos Masculino – Leonardo Rangel – filho do José Roberto Rangel
16 anos masculino – Enzo Marcheschi – filho do Rodrigo Marcheschi