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Como planejar a carreira de tenis profissional incluindo universidade

Ricardo Acioly
Palestra on-line dia 19/07 `as 18H

Ricardo Acioly nasceu no Rio de Janeiro mas aos oito anos foi morar em Brasília. Tanto seus pais Claudio e Teresinha quanto seu irmão mais velho, Cláudio Jr, jogavam tênis com seriedade e dedicação. Aos 14 anos, foi vice-campeão do Orange Bowl.

Concluiu o colegial nos Estados Unidos e cursou a faculdade de marketing e análise de sistemas como bolsista na Universidade de South Carolina, em Columbia, SC, e após a conclusão do curso começou a disputar o circuito profissional da ATP.

Em 1985 começou seu ciclo profissional. Já no ano seguinte conseguiu bons resultados em simples, como passar o qualifying do US Open, mas os mais expressivos foram em duplas, como o primeiro título em torneios ATP na cidade de Viena, na Áustria, ao lado do polonês Wojtek Fibak (Ex Top 10 em simples e N1 em duplas na ATP). Acabou se tornando um especialista na modalidade, tendo três títulos de torneios ATP Tour (Viena, Genebra e Guarujá), e três vice-campeonatos (Washington DC, Brasília e Maceió), além de vários títulos em torneios Challenger.

Seus grandes parceiros nas duplas foram Fibak, Luiz Mattar (título no ATP de Genebra), Pablo Albano (ganharam na cidade do México em 1989), Mauro Menezes (vice no ATP de Brasília e quatro títulos de challengers), Dácio Campos (título no ATP do Guarujá e alguns challengers) além de também ter jogado com Mats Wilander, ex número um do mundo.

Seu principal ranking em duplas foi 46° em 1986. Está entre os 10 melhores tenistas da historia do Brasil nesta modalidade; em simples, seu melhor ranqueamento foi 228° do mundo.

Ricardo Acioly disputou a Olimpíada de Seul em 1988,jogando em dupla com Luiz Mattar, e chegaram na segunda rodada, porém perderam para a dupla francesa formada por Guy Forget e Henri Leconte num duro 2×1. Foi titular da Copa Davis (nas duplas) durante os anos de 1987, 1988 e 1989.

Encerrou a carreira de atleta em 1992.

Em 1993, Ricardo começou uma nova fase como técnico e seu primeiro trabalho já obteve enorme sucesso junto a Argentina Gabriela Sabatini, que foi Semifinalista do Australian Open naquele ano. Em seguida Acioly levou o Venezoelano Nicolas Pereira, campeão juvenil de Roland Garros, Wimbledon e US Open ao seu primeiro título ATP em Bogotá, na Colombia. Em 1995 iniciou um trabalho considerado fantástico com Fernando Meligeni, fazendo-o evoluir consideravelmente e a conquistar os melhores resultados da sua carreira como as semifinais das Olimpíadas de 1996 em Atlanta, a semifinal de Roland Garros em 1999 e mais 3 títulos de ATP (Bastad, Praga e Pinehurst) alem de 6 títulos em duplas num total de 7 anos treinando o jogador. No decorrer dos anos Acioly tambem treinou vários jogadores de destaque na ATP como o chileno Marcelo Rios (ex N1 do mundo), os Top 50 argentinos Javier Frana e Hernan Gumy e outros brasileros como André Sá e Marcio Carlsson para citar alguns.

Em 1998 assumiu como capitão brasileiro na Copa Davis, no período entre 1998 e 2003 levou a equipe formada por nomes como Gustavo Kuerten, Fernando Meligeni, André Sá, Flavio Sareta e outros aos resultados mais expressivos da equipe brasileira no Grupo Mundial da competição, que foram uma semifinal e duas 4as de finais. Foi tambem o treinador do Brasil nos jogos Olímpicos de Sydney, em 2000 na Australia.

Depois de vários anos viajando o circuito profissional Acioly montou em 2002 o Acioly Tennis Team, equipe de competição para jovens tenistas e desde então vem trabalhando com vários talentos brasileiros e extrangeiros. Por sua mão já passaram vários expoentes do tenis Brasileiro como João Souza, o Feijão (69 ATP), Marcelo Melo (N1 duplas ATP), Franco Ferreiro (top 50 duplas) e vários outros jogadores que estiveram no Top 100 do ranking ITF Jrs.

Palestra on-line

 

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Liberação da EAD no Ensino Médio

O Conselho Nacional de Educação decidiu liberar o ensino a distancia para os cursos de ensino médio. Ou seja, ensino não presencial.

Há, sem dúvida, uma racionalidade na proposta. Com a incorporação das tecnologias modernas de aprendizagem, que quando bem empregadas podem enriquecer o ensino a distancia e torná-lo mais atraente e eficaz, regiões e indivíduos que apresentam dificuldade de assistir a aulas presenciais de forma contínua poderiam ser atendidos. Para isso o Brasil precisa avançar na qualidade da estrutura de informatização das escolas e dos alunos, além do acesso a uma velocidade adequada de internet.

Existem, no entanto, problemas que geram as objeções que surgirão ao projeto, que serão grandes e provavelmente radicais, como todos os temas atuais no Brasil. associados a esse tipo de ensino.

O primeiro é a perda do convívio dos estudantes entre si e com seus professores em um ambiente acadêmico, que deveria ser estimulante e culturalmente rico, mas que, na verdade, no Brasil da escola pública em geral não é. Pelo contrário, provavelmente o estudante estaria bem melhor acomodado e até assistido se estudasse em casa.

Uma segunda objeção é a massificação sem qualidade que se observou na expansão do ensino superior a distancia no Brasil, com a prática de preços que certamente não sustentam uma programação moderna e de qualidade dos conteúdos apresentados.

Com algumas exceções, vemos um ensino a distancia muito longe ainda de incorporar o melhor da pedagogia potencialmente tão rica que poderia ser disseminada pelas novas tecnologias. O que mais existe são aulas presenciais substituídas por apostilas e vídeos sem interação de fato com professores, quando muito um fórum de discussão que nem sempre conta com um mediador qualificado. Entretanto, esse não é o ensino a distancia que queremos, mas que infelizmente tem vicejado no Brasil no ensino superior acobertado pelo simples desejo do aluno obter um diploma.

Além disso, a própria avaliação de rendimento, feita autonomamente por cada instituição responsável pelo curso, dos próprios estudantes para emissão de diploma, tem sido feita usando os referenciais de qualidade de cada instituição, o que arrepia os educadores mais exigentes, mesmo que estes saibam que no ensino presencial o mesmo pode e vem acontecendo.

Por outro lado, um argumento que não pode ser descartado a favor da atual proposta de inclusão da EAD e o fato de que a reforma do ensino médio com seu núcleo comum e cinco áreas de aprofundamento, certamente, como já comentei em outro artigo recente, não poderá ser concretizada em um grande número de colégios, em cidades carentes principalmente, por falta de recursos e de profissionais especializados.

A nova lei do ensino médio abriu as portas à necessidade da introdução de outras formas de educação que não o tradicional ensino presencial, com professor e aluno em sala de aula sincronamente. Há, claramente, esse impasse na proposição do Ministério da Educação.

Acredito que a única solução para implantar a nova lei do ensino médio – com todas as suas exigências, e ao mesmo tempo garantir um mínimo de qualidade nos resultados acadêmicos alcançados, incluindo a EAD como forma legítima de ensino -seria a introdução, que o instituto Lobo vem defendendo há muito tempo, de um exame nacional de conclusão do ensino médio, cujo diploma só seria validado aos estudantes nele aprovados.

É claro que o estudante reprovado poderia repetir o exame, mas não receberia seu diploma até ter demonstrado o mínimo de competências esperado de uma pessoa formada no ensino médio.

Mais fácil ainda seria usar o ENEM como exame nacional de suficiência, fugindo-se do comodismo de jamais usar as avaliações com efeito certificatório, pelo risco de desagradar os estudantes

O ensino médio é fundamental na educação de um povo, por ser ele, em seu caráter amplo e interdisciplinar, que assegura a cultura geral mínima dos cidadãos. Ele é a chave do desenvolvimento de uma nação.

Tudo indica que as soluções precisam andar juntas para se encontrar uma saída para aos impasses a que estamos sendo conduzidos no momento.

No entanto, será preciso coragem para adotar a solução do exame nacional de ensino médio como ele ocorre na França e em outros países, porque a proposta gerará resistência dos estudantes, professores e, principalmente, das instituições que tem se beneficiado com a falta de uma fiscalização eficiente sobre seus resultados e pela consequente impunidade pela baixa qualidade do ensino oferecido a preço de banana. Mas a sociedade sairia beneficiada.

Infelizmente, a sociedade brasileira não tem demonstrado que tem um rosto próprio, somente os movimentos mais corporativistas têm visibilidade no país e cobertura da imprensa.

 

Copio abaixo, artigo da professora Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo sobre a proposta do exame de conclusão do ensino medio, publicado no site do Instituto Lobo em 2009.

 

 

SUGESTÃO DE MUDANÇA PARA UM TIME QUE ESTÁ PERDENDO

 

            Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo                                                 2009

 

 

“Todos os dados indicam que a educação brasileira é um time que está perdendo – em todos os níveis.

A proposta do PAC da Educação, apresentada pelo Ministro da Educação ao Governo Federal é uma boa notícia uma vez que tenta estimular o bom desempenho e apresentar, com transparência, resultados de avaliações de conteúdo.

Já é de conhecimento público que a situação do sistema educacional brasileiro é desoladora. O diagnóstico que inclui nossa educação entre as piores do mundo se expressa, numa ponta, nos resultados medidos pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) e também nos resultados sofríveis que nossas escolas obtêm do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica, e na outra, no fato de que apenas a Universidade de São Paulo se inclui entre as 150 melhores do mundo. Há pouco a ser preservado no ensino do país.

É preciso que os educadores brasileiros parem de gastar suas energias reclamando dos salários (que são pequenos, mesmo, como o da maioria dos trabalhadores brasileiros), diminuam a ênfase no que eles denominam da formação de consciências cidadãs e passem a formar estudantes com o necessário domínio dos conteúdos mínimos para comporem uma sociedade mais justa e, também, mais competitiva. Como fazer?

A recuperação da educação brasileira pode ser feita a partir de duas abordagens.

A abordagem habitual sempre leva a soluções que demandam três “recursos”, dos quais pelo menos dois são extremamente escassos no Brasil: tempo, dinheiro e participação democrática de todas as partes envolvidas.  Por esta razão, ela se mostra política e financeiramente inviável e inexequível no espaço de tempo necessário para que o país não tenha, a cada mudança em seu sistema educacional, mais do mesmo. No caso, o mesmo são os resultados medíocres para todos os atores envolvidos.

A segunda maneira de abordar a questão é por meio de ações concretas: sistemas de avaliação e de incentivo. A avaliação é o único mecanismo que permite ao Estado monitorar um setor prioritário para o desenvolvimento do país. Sem ele, o sistema de incentivos no setor privado é entregue ao mercado, enquanto, no caso do setor público, a ausência de controle leva à absoluta falta de compromisso com os resultados.

Na última década, o governo federal tem avançado nessa área, implantando provas de avaliação para os estudantes egressos do ensino médio e superior. Este primeiro passo é fundamental, mas avaliação precisa ter consequência e não pode ser visto como um fim; ao contrário, ela é sempre o meio para se aprimorar processos e sistemas ineficientes. E aqui entram os incentivos.

Quem perde com uma eventual queda de qualidade na educação brasileira? Todos nós, mas a perda não nos faz ir até a escola do nosso bairro cobrar desempenho, uma vez que nosso esforço terá um efeito marginal e quase despresível no nosso bem-estar. 

Quanto aos professores, se a remuneração e as condições de trabalho não dependem do desempenho dos seus alunos, eles serão tão pouco afetados com a queda de qualidade quanto qualquer um de nós.

Os alunos são aqueles que sofrerão mais diretamente as consequências de uma educação de baixa qualidade.

Acomodar-se a essa situação é condenar definitivamente àqueles que estudam nas escolas públicas de primeiro e segundo graus a buscarem empregos de segunda classe, sem possibilidades de competir com os demais pelas vagas das universidades públicas de qualidade. 

De alguma maneira, alunos e professores têm que ser corresponsáveis pelo sucesso de todo o sistema educacional. E não há outra maneira de se quebrar o ciclo da mediocridade a não ser por mecanismos que forcem a cobrança mútua dos dois maiores envolvidos e interessados na melhoria de qualidade da educação. 

Diante disso, sugerimos que se vá um passo além das iniciativas propostas atualmente pelo MEC: a implantação de um exame nacional obrigatório de suficiência para que o aluno tenha direito a algum diploma. Começaria pelo ensino fundamental e se estenderia ao ensino médio. Com isso, em poucos anos, nenhum diploma no Brasil seria expedido sem a garantia de que o estudante domina, razoavelmente, os conteúdos mínimos pelos quais aquele grau de ensino é responsável.

Nem precisamos listar aqui os argumentos contrários a uma proposta como esta. Todos conhecemos os velhos chavões. Eles poderão facilmente ser utilizados para tentar, mais uma vez, fazer com que nada mude.

Mas o que aqui se propõe – um exame de suficiência e a volta aos bancos escolares dos alunos que não obtiverem o resultado mínimo – fundamenta-se na crença de que nada mudará no Brasil enquanto avaliações educacionais que mostram o fracasso das nossas escolas não tiverem consequências concretas: os governos estaduais e municipais transferem as culpas e responsabilidades uns aos outros e o governo federal tem pouco poder sobre esses sistemas de ensino.

Num tal contexto, só uma prova de caráter nacional com a divulgação (sim senhor!) dos resultados por escola, por município, por estado, dará direito ao aluno de ter seu diploma validado, podendo o aluno reprovado fazer o exame quantas vezes fosse preciso. Não mais teríamos diplomados analfabetos funcionais, escolas e professores faz de conta que não sabem ensinar e não se sentem crresponsáveis pelo fracasso dos alunos, e os políticos teriam que passar a prestar contas, de fato, a alguém.

Uma tal medida fará com que pais e alunos – enfim a sempre preterida sociedade civil “não organizada” – com medo de que seus filhos passem anos na escola e depois não consigam ter o diploma, talvez se engajem numa campanha pela efetiva qualificação do ensino brasileiro. Vão pressionar governos e escolas privadas – aí sim – a investirem mais nos professores, nos processos, na infraestrutura etc. Ao se cobrarem resultados, os responsáveis passam a procurar soluções efetivas.

            Esta proposta não busca culpados, nem abnegados. Também não tem a ilusão de ser remédio para todos os males, mas pode ajudar a reverter o quadro da educação brasileira sobre o qual o único consenso de que se dispõe é negativo: pior do que está, não pode ficar!”

https://educacao.estadao.com.br/blogs/roberto-lobo/liberacao-da-ead-no-ensino-medio/

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Saiba como funciona o ensino médio EAD

Descubra como funciona o Ensino Médio a distância, as vantagens do modelo e quem pode cursar essa modalidade!

O Ensino Médio é a etapa de conclusão do Ensino Básico. Ele é um elo entre o Ensino Fundamental e a educação superior. Esse curso na modalidade presencial tem a duração de três anos, com o mínimo de 800 horas e 200 dias letivos.Alunos que não tiveram a oportunidade de concluir essa etapa de ensino na modalidade presencial podem optar por fazer o Ensino Médio na modalidade da Educação a Distância (EAD).

Há instituições que oferecem esse tipo de ensino simultaneamente com o ensino profissional. Porém, existem regras, inseridas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), fixadas pelos Conselhos de Educação, para que as escolas possam oferecer o Ensino Médio à distância.Todas as instituições de ensino superior do país exigem que seus alunos tenham concluído o Ensino Médio para que possam ingressar em um curso superior das mesmas.

Com isso, o aluno deve verificar se a escola onde pretende fazer o Ensino Médio EAD é reconhecida pelo Conselho Estadual de Educação, que verifica estrutura curricular, material didático, qualidade dos professores e instalações físicas.

Vantagens de cursar o Ensino Médio à distância

Todos os alunos com idade acima de 14 anos podem fazer o Ensino Médio à distância. Porém, cada instituição define a idade mínima de matrícula do mesmo;

O tempo de conclusão do curso varia de acordo com o ritmo de estudo do aluno e de sua disponibilidade;

O aluno pode escolher onde, quando e como pretende estudar, e tem o controle total sobre sua programação de aulas e pode encaixá-las de acordo com sua disponibilidade;

O Ensino Médio a distância tem a mesma qualidade de um ensino médio presencial, pois os professores dessa área são extremamente focados no preparo de um material didático que ajude o estudante a absorver o conteúdo com maior facilidade;

Após concluir o Ensino Médio o aluno obtém mais oportunidades no mercado de trabalho e pode dar início a cursos superiores em faculdades e universidades;

Instituições que oferecem o Ensino Médio EAD Existem diversas opções de instituições para alunos que desejam cursar o Ensino Médio à distância. As que mais se destacam, são:

Educação de Jovens e Adultos (EJA)

O projeto leva o Ensino Médio na modalidade à distância, a todos que não podem cursá-lo na forma presencial. É destino aos moradores do Rio de Janeiro, e oferecido a um custo reduzido, uma oportunidade ao estudante de concluir os estudos e se qualificar para o mercado de trabalho.

O curso oferece a possibilidade de cursar as três séries do Ensino Médio ou somente a 3ª série. A instituição oferece uma apostila eletrônica para cada disciplina ministrada, vídeos explicativos sobre os conteúdos oferecidos e exercícios de fixação da matéria. Todo o estudo é acompanhado pelo tutor. Além disso, durante todo o curso, o estudante tem acesso ao ambiente virtual de aprendizagem, um espaço onde o aluno pode interagir com os colegas de equipe, e o atendimento é feito pelo ambiente virtual. Neste ambiente estão disponíveis ferramentas como chat, notícias, notas, materiais de apoio, que auxiliam o aprendizado nas disciplinas.

Instituto Monitor

A instituição oferece o material didático para que o aluno estude em casa, de acordo com a forma de pagamento escolhida pelo mesmo. Assim, ele poderá estudar com autonomia, de acordo com seu ritmo. Além disso, o instituto disponibiliza professores qualificados para esclarecer as dúvidas dos alunos e auxiliar no seu aprendizado.A duração mínima do curso é de 6 meses por série do Ensino Médio. O curso possui 7 disciplinas, organizadas pelas áreas de conhecimento. O aluno realiza uma prova para cada área estudada, realizando, ao total, 12 provas, que são baseadas no conteúdo estudado pelo aluno. A instituição disponibiliza ainda exercícios de fixação e simulados para a melhor preparação do aluno.

https://www.ead.com.br/cursos-online/escola-online/ensino-medio-a-distancia.html

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Famílias brasileiras apostam em esporte desde cedo para emplacar filhos em universidades dos EUA

A disposição para a rotina puxada vem do sonho de um dia participar de uma Olimpíada e de que o esporte lhe proporcione a oportunidade de estudar em uma universidade americana.

“Meus pais falam muito comigo. Dizem que, se eu me esforçar muito, vou conseguir uma bolsa de estudos lá nos Estados Unidos. É um sonho deles e meu”, diz a atleta mirim, que trocou o jiu-jitsu pela natação porque o primeiro não lhe garantiria chances de estudar fora por ainda não ser uma modalidade olímpica e disputada na liga universitária americana.

Assim como Rani, muitas crianças estão se dedicando ao esporte desde cedo com o objetivo de cursar o ensino superior fora do Brasil.

Escolinhas de futebol, tênis ou natação que antes recebiam apenas meninos e meninas interessados em aprender os fundamentos da modalidade e se divertir, agora são procuradas por famílias que planejam investir no esporte como uma forma de seus filhos estudarem no exterior no futuro.

Esses pequenos atletas querem, acima de tudo, ter a chance de continuar praticando esporte, mas sem descuidar da educação.

“Eu queria estudar numa universidade boa, mas também queria continuar nadando. O único lugar para fazer isso era nos Estados Unidos. Infelizmente aqui no Brasil não tem como: ou você nada ou você estuda. É impossível fazer os dois bem feitos ao mesmo tempo”, diz a paulista Sofia Sigrist, nadadora do Pinheiros, de São Paulo, que neste ano ingressa na Universidade de Nova York.

Portfólio atlético

Humberto Badolato, empresário e professor da escolinha de futebol da academia Bodytech, no Rio de Janeiro, conta que muitos pais o procuram para saber qual o melhor caminho para estudar lá fora por meio do futebol.

“Alguns me pedem treino personalizado com o objetivo de já ir aperfeiçoando a técnica das crianças. Eles sabem que meu próprio filho está se preparando para entrar em uma universidade americana. Só que ele quer a Ivy League (grupo formado por oito das universidades mais prestigiadas dos Estados Unidos e que não concede bolsas para atletas)”, conta.

Para Rita Moriconi, coordenadora do Education USA no Cone Sul, os pais estão certos em despertar esse interesse na infância.

“O esporte sempre ajuda no processo de admissão. Tanto para o aluno atleta, que vai aplicar para uma bolsa atlética, como também para aquele aluno que não compete, mas que se sentiria bem indo para uma universidade em que ele tenha possibilidade de jogar ou nadar, por exemplo”, afirma a educadora.

Filiado ao Departamento de Estado dos EUA, o Education USA tem 35 escritórios no Brasil e auxilia gratuitamente os candidatos na escolha entre as 4,7 mil universidades americanas, além de prestar assistência no processo de seleção (que inclui a apresentação de uma espécie de dossiê com documentação, histórico escolar, notas de exames SAT/TOEFL e redações).

Uma das dicas de Moriconi é começar a fazer um portfólio atlético desde o início com fotos e vídeos. “Eles também devem procurar o Education USA quando chegar ao nono ano do ensino fundamental, uns três ou quatro anos antes de fazer o application (se inscrever)”, recomenda.

Também é preciso ficar atento às notas da escola desde o ensino fundamental. “Se você tiver um histórico escolar ruim, vai pesar muito na decisão de admissão. Eles querem ver uma consistência nas notas e, de preferência, em todas as matérias”, ressalta Mateus Rabello Benarrós, da empresa de assessoria Apply, com sede em Manaus.

Na última década, o número de brasileiros inscritos em universidades dos Estados Unidos aumentou 79,3%, segundo dados do Instituto de Educação Internacional (IIE, na sigla em inglês). O Brasil escalou seis posições e ocupa o décimo lugar no ranking dos países com o maior número de alunos estrangeiros cursando ensino superior no país.

Em 2017, eram 6.310 alunos brasileiros de graduação concentrados nos Estados da Califórnia, Florida, Nova York, Massachusetts e Texas. Desse total, 584, ou 8,35%, tinham bolsa-atleta nas Divisões 1 e 2 da National Collegiate Athletic Association (NCAA, na sigla em inglês), a associação da liga universitária americana. Anualmente, são concedidos US$ 3 bilhões em bolsas-atléticas. As bolsas por mérito acadêmico somam US$ 11 bilhões.

A ajuda geralmente inclui a mensalidade da faculdade, moradia, alimentação, material e seguro saúde. O valor a ser recebido varia e depende da performance do atleta, do quanto necessitam sua posição na equipe e da modalidade.

Modalidades

Entre os brasileiros, as modalidades com maior número de atletas com bolsas são futebol, natação e tênis.

Os pais de Raquel, de 9 anos, e Luiza, de 7, investem no tênis, um esporte já praticado pelo casal. Desde os cinco anos de idade as meninas fazem aulas particulares e, atualmente, frequentam uma academia especializada três vezes por semana para aperfeiçoar a técnica nas quadras. O custo mensal da aula é de R$ 550 por criança.

“Os planos são de que elas ingressem numa universidade dos Estados Unidos com bolsa de estudos para quem tem bom desempenho no esporte. Os custos de uma universidade americana são altos e nós temos duas filhas, o que faz com que o valor dobre anualmente. Eles oferecem bolsas com descontos gradativos, conforme o desempenho”, conta a carioca Débora Ferreira Baptista, mãe das meninas.

No Rio Grande do Sul, Vicente, de 11 anos, e Pedro, de 12, competem pelo Clube Leopoldina Juvenil e colecionam medalhas em torneios estaduais.

“Durante umas férias, fomos assistir ao Rio Open e lá os meninos realmente se apaixonaram pelo esporte. Pediram para treinar mais e para competir”, conta a mãe Rosane Menezes Freda. “Nós não temos planos concretos para eles. Mas, após participar do meio competitivo, ficamos mais atentos a esta possibilidade de estudar fora. Eles falam que querem”, diz.

No futebol, ocorre de muitas crianças e adolescentes terem o talento para entrar em uma instituição de ensino nos Estados Unidos, mas barram na dificuldade financeira. As famílias não conseguem arcar com todos os custos preparatórios, como curso de inglês e assessoria para o processo seletivo – muito menos apresentar um saldo bancário na hora do visto para provar que podem sustentar o filho ou a filha no país, necessário mesmo que eles tenham bolsa de estudo.

“Eles não conseguem pagar nem a passagem. Normalmente, são os melhores jogadores. Uma vez por ano convido uns treinadores de universidades dos Estados Unidos para fazer um camping e convido uns atletas de baixa renda. Os treinadores se apaixonam tecnicamente por eles, oferecem bolsa integral mas e a passagem, o visto de estudante e o extrato bancário?”, questiona Amaury Nunes, ex-jogador profissional que, em 2008, montou a A10, empresa de intercâmbio esportivo.

“Se tivéssemos uma empresa financiando isso, patrocinando um atleta, certamente conseguiríamos mandar alunos de um perfil mais humilde”, diz Nunes, que atualmente procura uma parceria pública ou privada para levar pelo menos dez alunos de baixa renda entre os 100 que manda anualmente para o exterior.

São, portanto, famílias de classe média e classe média alta que procuram a A10 para encaminhar os filhos para fora do país. Os treinos e o curso de inglês saem por R$ 500 mensais. A assessoria para o processo de seleção e o encaixe em uma universidade custam R$ 10 mil, com a garantia de conseguir uma vaga para o aluno.

Nunes se formou nos Estados Unidos com bolsa-atleta e atuou profissionalmente no país. Enquanto jogava na liga universitária, os técnicos seguidamente lhe pediam indicações de atletas e assim começou a buscar candidatos no Brasil.

“Existe muita demanda em ambos os lados. Aqui fazemos seletivas nas dez unidades que temos no Brasil”, diz ele. “Começamos a crescer muito principalmente quando veio a crise no Brasil. Os pais queriam dar uma oportunidade para os filhos de estudar. Aqui as universidades estavam em greve o tempo inteiro e as particulares eram muito caras. Hoje em dia, o aluno com bolsa nos Estados Unidos paga o mesmo que aqui ou até menos e ainda joga e estuda.”

Desempenho

A performance é outro fator importante para conseguir uma bolsa-atleta. Isso não significa, no entanto, que apenas aqueles com índices olímpicos podem ser contemplados.

É o que diz a nadadora carioca Beatriz Olivieri, de 18 anos, que ingressa neste ano no Rollins College, na Florida, com todos os custos cobertos por duas bolsas, uma atlética e outra acadêmica.

“Às vezes a gente tem a ideia de que é uma coisa muito difícil. Que para conseguir você precisa um índice muito forte, tem que ser um recordista brasileiro, mas na verdade não. Lá existem várias faculdades e eles procuram perfis diferentes. Você vai achar uma universidade que seja compatível como seu perfil”, diz a nadadora da equipe do Flamengo, federada desde os dez anos de idade.

Alguns atletas que se destacam, no entanto, atraem o interesse dos técnicos americanos. Há casos em que a universidade chega até o aluno.

Foi o que aconteceu com Diego Uchôa, ex-nadador da seleção brasileira e atual treinador da equipe categoria Petiz do Flamengo.

“Em 2010, eu estava me formando na Unisanta (na cidade paulista de Santos) e uma universidade dos Estados Unidos me ofereceu uma bolsa integral. O treinador precisava de um nadador de peito, que era a minha especialidade. Mas, naquele momento, meus planos eram outros e fui treinar no Minas”, diz Uchôa.

Victoria Chamorro, praticante de esporte desde os seis anos de idade, atraiu a atenção de um olheiro enquanto participava de um campeonato nos Estados Unidos pela seleção brasileira de polo aquático, na qual entrou com apenas 16 anos na posição de goleira.

Em 2014, recebeu o telefonema do técnico da Universidade do Sul da Califórnia, de Los Angeles. Ele precisava de uma goleira na equipe. Ela aceitou o convite e, em 2018, se forma em economia – ao mesmo tempo em que foi campeã nacional da liga universitária americana e participou das Olimpíadas do Rio.

“O esporte foi o que basicamente me trouxe aqui, me deu um diploma universitário numa das melhores universidades do mundo em termos acadêmicos”, diz a atleta.

“Pretendo ficar mais um ano nos Estados Unidos trabalhando, com o visto de OPT (que permite estudantes internacionais a ganhar experiência de trabalho) ou ir jogar profissionalmente na Europa ou Austrália até os Jogos Olímpicos de Tóquio. Em 2020 estarei completando 24 anos, então ainda estou bem jovem, o que me dá mais tempo como atleta. Tenho um tempo para decidir, e, graças a Deus, tenho opções proporcionadas pelo meu diploma.”

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-44383611

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Currículo internacional. ​Escolas ensinam matemática, física, química e biologia em inglês.

Eles ensinam matemática, física, química e biologia em inglês, adotam currículos internacionais e prometem formar líderes globais que irão cursar as melhores universidades do mundo.

Enquanto a crise econômica brasileira levou escolas particulares, das simples às mais tradicionais, a ter de dar desconto nas mensalidades e enfrentar a inadimplência e até a perda de alunos para instituições mais baratas ou públicas, emergiu no país o mercado dos colégios de elite, com mensalidades de até R$ 10 mil.

Esse setor terá o mais badalado dos lançamentos em agosto, quando começam as aulas na Avenues São Paulo.

Fundada em 2012 em Nova York, a escola, que, entre seus vários apostos, é a que tem a filha de Tom Cruise como aluna, abrigará no seu campus paulistano em Cidade Jardim (zona oeste)
um prédio de 40 mil m² com vaga para 2.100 estudantes, no qual foram linvestidos cerca de US$ 50 milhões (R$ 170 milhões).

O calendário será o americano, por isso a abertura em agosto, quando começa o ano letivo no hemisfério norte. Os alunos que migrarem para lá de escolas brasileiras irão recuar um semestre.

Em 2018, haverá turmas desde o “nursery”, ou berçário, até o “10th grade”, o primeiro ano do ensino médio.

Chamados de Os Primeiros, os 31 alunos matriculados nesse estágio cursam um semestre preparatório no prédio da Civi-Co, “coworking” de empreendedores sociais, em Pinheiros (zona oeste).

Já estão em contato com o que a escola vende como um de seus pilares: projetos que levem os alunos a pensar em soluções para as grandes questões mundiais. Neste início, trabalham com um aplicativo que conecta catadores a quem tem algo a ser recolhido. No fim do semestre, passarão um mês na Avenues de Nova York.

Cerca de 4.000 pessoas visitaram o luxuoso escritório de 1.000 m² da escola, no Itaim (zona sul), e 700 alunos estão com reserva de vaga. A mensalidade ainda não foi divulgada, mas deve ficar entre R$ 9.500 e R$ 10 mil.

Nem todos os que podem pagar são aceitos. A depender da idade, passam por testes de matemática, inglês, português e redação, além de entrevistas para avaliar sua personalidade e habilidade de comunicação. Já houve reprovados.

Cofundador da Avenues, Alan Greenberg conta que começou a viajar para São Paulo há seis anos, a fim de se certificar de que a cidade deveria sediar o segundo campus da escola. Percebeu que era grande a demanda —os mais caros colégios bilíngues da capital, com mensalidades que ultrapassam R$ 7.000, têm filas de espera.

A Avenues se coloca como “a única escola realmente internacional do Brasil”. Isso porque planeja ter em torno de 20 campi em diferentes países. O próximo deverá ser em Xangai, na China, depois virão Miami, Londres e outros a serem definidos na Europa, Ásia e América.

“Não teremos várias escolas. Mas uma só escola com muitos campi. Em um dos eventos em São Paulo, colocamos estudantes brasileiros em contato com os de Nova York através de um telão. Eles estudarão na mesma escola, vão crescer juntos, mesmo morando em países diferentes. Qual outra escola pode fazer isso?”

Greenberg não divulga números, mas diz que, apesar de haver alunos estrangeiros dentre os que reservaram vagas, a grande maioria é de brasileiros. O corpo docente é 60% formado por brasileiros e 40%, por estrangeiros, entre profissionais de China, Cingapura, Itália, Inglaterra e da Avenues Nova York.

Dos nacionais, há ex-professores da britânica St. Paul’s e das norte-americanas Chapel e Graded, todas de São Paulo. Mas Greenberg reforça as aquisições dos colégios tradicionais brasileiros, como Porto Seguro, Bandeirantes e Santa Cruz, de onde vem, após 40 anos de empresa, a diretora pedagógica Cristine Conforti.

Símbolo da recente dança das cadeiras na educação da elite, que envolve “headhunters” e salários acima da média, ela será diretora do programa brasileiro da Avenues. Essa contratação, diz Greenberg, demonstra que a língua portuguesa não é secundária.

E, dentre tantas promessas, há uma curiosa: os alunos da Avenues, segundo Greenberg, não vão viver em “uma bolha”. A diversidade seria alcançada com a inclusão de bolsistas de baixa renda e a inserção dos alunos em projetos sociais fora da escola.

CONCEPT

Nada parece mesmo modesto nesse novo mercado. A Concept, R$ 6.000 de mensalidade, publicou no dia de sua inauguração, em fevereiro, o seguinte anúncio: “Nasce hoje a mais inovadora das escolas. Antecipando o que todas as escolas irão se tornar”.

Novo negócio do grupo SEB (Sistema Educacional Brasileiro), que possui escolas em oito estados com cerca de 45 mil alunos, a Concept já estava presente em Salvador e em Ribeirão Preto.

A unidade paulistana agora inaugurada, com 900 vagas, fica em um prédio tombado na avenida Nove de Julho, no Jardim Paulista (zona oeste), no antigo colégio Sacré-Couer, reformado a um custo de R$ 75 milhões. As próximas seriam no Rio, em 2019, e no Vale do Silício, em 2020.

O site da escola afirma que, além de ter sido criada “para quebrar os paradigmas da educação no Brasil”, tem currículo “trilíngue”, considerando, além do inglês e do português, “a fluência digital” como uma terceira língua.

A tecnologia começa cedo, quando os bebês podem estar na brinquedoteca e ter um conteúdo projetado em uma parede, no teto ou no chão. “A partir de um ano ensinamos a lógica da programação”, diz Larissa Fonseca, coordenadora familiar da escola.

O calendário será o brasileiro, mas o currículo segue a  instituição britânica Fieldwork Education. A escola usa conceitos estrangeiros da moda, como o “mindfulness” (meditação para concentração), “habits of mind” (treino para o cérebro, com lições como persistir, controlar impulsos, usar conhecimento do passado para novas situações etc.) e “visible thinking routines” (técnica para aprimorar o pensamento).

O discurso da reinvenção da educação não é unanimidade dentre as novas escolas para a elite. “Os pais não querem que seus filhos sejam cobaias. Educação é tradição. Vamos avançar, mas sem ignorar o que foi feito antes”, afirma Michel Lam, proprietário da Red House –Escola Internacional de São Paulo.

Aberta em 2010 para a educação infantil pelos fundadores da rede Red Ballon, terá nova sede para o ensino fundamental em 25 de maio, em um prédio tombado em Santa Cecília (centro), com investimento de R$ 50 milhões. Das atuais 140 vagas, passará para 650, com mensalidade entre R$ 4.000 e R$ 5.000.

Também com calendário brasileiro (“Não faz sentido ser diferente, alunos estrangeiros hoje são a minoria”, diz Lam), a Red House adotará currículo suíço, presente também em escolas americanas.

“Mas a cultura a ser valorizada é a nacional. A festa junina será mais importante que o Halloween.” Lam, no entanto, afirma que o grande investimento do colégio é a qualidade do inglês e que a família deve saber o que busca. “Você obviamente não encontrará a melhor formação em literatura brasileira em uma escola internacional. É questão de perfil.”

TENDÊNCIA

Presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares, Ademar Batista Pereira afirma que os investimentos em colégios de elite são uma tendência no setor de educação.

De acordo com ele, há dois anos o mercado passou a considerar essa fatia do setor uma área estratégica. Isso ocorreu, afirma Pereira, “na esteira da internacionalização do ensino superior”.

“Empresários brasileiros venderam universidades para fundos de investimento, se capitalizaram e começaram a investir na educação básica”, afirma.

“E a iniciativa privada responde ao anseio do mercado, uma educação que forme pessoas capazes de trabalhar em vários países”, complementa o presidente da federação de escolas particulares.

Se os investimentos em colégios de elite vão bem, as escolas particulares —em geral— ainda não viram o fim da crise econômica que afeta o setor. São, no país, 42 mil instituições, responsáveis por 14% dos estudantes.

“Este ano deve ser o fundo do poço, no próximo esperamos começar a sair”, afirma Pereira.

Ele diz não estranhar que justamente o segmento de colégios de elite tenha crescido nesse momento: “A crise econômica é absolutamente concentradora de renda”, afirma.

https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2018/04/com-mensalidades-de-ate-r-10-mil-mercado-de-colegios-de-elite-avanca.shtml

porAPTB

ENSINO DE INGLÊS

A Casa Thomas Jefferson está presente em Brasília e Uberlândia.

Para demais localidades, recomendamos os centros Brasil-Estados Unidos, também credenciados pela Embaixada Americana:

https://br.usembassy.gov/pt/education-culture-pt/educacao-e-juventude/centros-binacionais/

porAPTB

INTERCLUBES SALVADOR

Definidos campeões dos 16 e 18 anos do GA do Interclubes de Salvador 23 Abr 2018

Crédito: Thiago Parmalat

Salvador (BA) – Foram defindos, nesta segunda-feira, os campeões do torneio GA das categorias 16 e 18 anos da 2ª Copa Bahiano de Tênis, a etapa inaugural da edição 2018 do Campeonato Brasileiro Interclubes, evento do Circuito Nacional Juvenil GA da Confederação Brasileira de Tênis, o maior circuito juvenil organizado pela entidade. O torneio, realizado no Clube Bahiano de Tênis, no bairro da Barra, na capital baiana, com entrada gratuita, tem a parceria com o Comitê Brasileiro de Clubes e a Federação Bahiana de Tênis e conta com 451 atletas de 15 estados e vai até o dia 27.

 

Nos 16 anos masculino, o paraense Joaquim Almeida, , do Paysandu, venceu o baiano Gustavo Schwebel, do Bahiano de Tênis, por 7/5 e 6/4 e levantou o caneco.

 

No 16 anos feminino, Bruna Sampaio, do Distrito Federal, foi a campeã. A jogadora do Iate Clube de Brasília derrotou na final Helena Silva, do Tênis Clube Paulista, com um duplo 6/2.

 

Eduardo Taiguara, do Clube Curitibano, confirmou o favoritismo nos 18 anos masculino. Ele derrotou na final totalmente paranaense Caio Gruber, do Graciosa Country Clube, por 6/7, (7/4) 6/4 e 6/1.

 

Nos 18 anos feminino, a algoz da baiana Maria Menezes na semifinal, a carioca Isabella Mercante, que representa o Vasco da Gama, levantou o troféu ao derrotar a paranaense do Country Club de Maringá, Laura Kalempa, por 6/4 6/1. Mercante já havia derrotado a principal favorita, a atleta da Sociedade Hípica de Campinas, Isabella Bifano, nas quartas de final.

 

 

 

A partir desta terça-feira começa a etapa G1 das categorias 16 e 18 anos masculino e feminino, a última série do Campeonato Interclubes terminando na próxima sexta-feira.

 

São 15 estados representados (Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Alagoas, Ceará, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio GRande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Distrito Federal, Goiás, Pará) de vários dos maiores clubes do país, alguns tradicionais pelo futebol como o Vasco da Gama, o Sport Recife, Goiás e o Paysandu.

 

Dentre outros fortes clubes a Sogipa, Associação Leopoldina Juvenil e o Grêmio Naútico União, do Rio Grande do Sul, o Esporte Clube Pinheiros, Clube Paineras do Morumby, Clube Athlético Paulistano, Tênis Clube Paulista, a Sociedade Hípica de Campinas, todos de São Paulo, o Iate Clube de Brasília (DF), Graciosa e Clube Curitibano do Paraná, Minas Tênis Clube, Pampulha Iate Clube e o Praia Clube de Uberlândia, estes de Minas Gerais, o Itamirim Clube de Campo, de Itajaí, o LIC, Lagoa Iate Clube, de Santa Catarina, além do atual campeão, o Instituto Ícaro, do Paraná.

 

Confira os resultados das finais:

18 Masculino Simples

Eduardo Taiguara (PR) d Caio Gruber(PR) por 6/7 (4) 6/4 6/1

16 Masculino Simples

Joaquim Almeida(PA) d Gustavo Schwebel(BA) por 7/5 6/4

18 Feminino Simples

Isabela Mercante(RJ) d Laura Kalempa(PR) por 6/4 6/1

16 Feminino Simples

Bruna Sampaio(DF) d Helena Silva(SP) por 6/2 6/2

 

16 Masculino Dupla

Lucius Soller/Matheus Ramos d Adriell Santos/João Duleba por 9/8 (5)

16 Feminino Dupla

Maria Oliveira/Clara Penido d Bruna Sampaio/Luana Avelar por 8/3

 

18 Masculino Dupla

Guilherme Brizuela/Leonardo Frederico d Alec Lichter/Kaio Sacchi por 7/3

 

18 Feminino Dupla

Thaina Carvalho/Laura Gonçalves d Camilla Fonseca/Isabela Mercante por 8/6

 

A Confederação Brasileira de Tênis tem o patrocínio dos Correios, Wilson, Peugeot e Companion Sports. Apoio do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e Ministério do Esporte. Siga tudo sobre a CBT em www.cbtenis.com.br, www.facebook.com/cbtoficial, www.twitter.com/cbtenis, www.instagram.com/cbtoficial e www.flickr.com/cbtenis.

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Interclube BH

Definidos campeões dos 16 e 18 anos do Interclubes, em Belo Horizonte 23 Mar 2018

Crédito: Luiz Cândido

 

Belo Horizonte – Foram conhecidos na manhã deste sábado os campeões das categorias 16 e 18 anos, masculino e feminino, de simples, do Campeonato Brasileiro Interclubes – 1ª Copa Minas Tênis Clube – Circuito Nacional GA Infantojuvenil de Tênis CBT. Já os campeões de duplas foram definidos ainda na sexta-feira.

 

O torneio, que é organizado pela CBT em parceria com o Comitê Brasileiro de Clubes, foi disputado nas quadras de saibro do Minas Tênis Country Clube, em Belo Horizonte.

 

O Instituto Ícaro Duda Marcolin, de Curitiba, foi o campeão geral e o Clube Curitibano, também da capital paranaense, ficou com o vice-campeonato.

 

Os destaques individuais ficaram com a mineira Clara Penido, do Minas Tênis Clube, campeã de simples e de duplas, nos 16 anos feminino, e com a paulista Isabela Bifano, da Sociedade Hípica de Campinas, campeã de simples e duplas dos 18 anos feminino.

 

A próxima etapa do Campeonato Brasileiro Interclubes será em Salvador (BA), no Clube Bahiano de Tênis, entre os dias 13 e 28 de abril, com a realização da 2ª Copa Bahiano de Tênis, que fechou com mais de 460 inscrições. As inscrições para a etapa de Criciúma, que será disputada entre 4 e 20 de maio, já estão abertas e vão até o dia 9 de abril.

“A etapa de BH fechou o ciclo do primeiro ano que fizemos de teste do Circuito. O Circuito é uma realidade, tem trazido excelentes benefícios para os atletas. Agora em Salvador teremos a primeira etapa de 2018. Hoje coroamos todos os clubes campeões. Parabéns ao Instituto Ícaro Duda Marcolin, que foi o campeão geral, e parabéns também ao vice-campeão, o Clube Curitibano”, afirmou o gerente de Esportes e Eventos da CBT, Eduardo Frick.

 

“Acredito que o circuito tem trazido vários benefícios para os atletas, competitividade e criou uma rivalidade sadia entre os clubes.  Os clubes têm buscado fortalecer seus grupos para poderem atingir as metas de serem campeões e terem mais atletas competindo por eles. O Circuito realmente é um grande benefício para todos os envolvidos e a CBT está muito contente com isso e com essa parceria com o CBC”, ressaltou.

 

Confira os campeões do Interclubes em BH

 

16 masc. simples

Gabriel Generoso (SP) venceu Adriell Santos (PR/Instituto Icaro DM) por 6/1 e 6/0

 

16 fem. simples

Clara Penido (MG/Minas Tênis Clube Unidade 1) venceu Luana Avelar (DF/Associação Atlética Banco Do Brasil) por 0/6, 6/1 e 6/3

 

18 masc. simples

Pedro Maciel (MG) venceu Luiz Santos (SP/Graciosa Country Clube) por 6/0 e 6/3

 

18 fem. simples

Isabela Bifano (SP/Sociedade Hípica de Campinas) venceu Sofia Mendonça (RS/Sogipa) por 4/6, 6/2 e 6/3

16 masc. duplas

Gustavo Schwebel/Pedro França venceram Adriell Santos e Marcio Silva por 7/5 e 6/3

 

16 fem. duplas

Clara Penido/Bruna Sampaio venceram Luana Wild/Milena Canellas
por 3/6, 6/4 e 10-7

18 masc. duplas

Henri Luz/Guilherme Toresan venceram Luiz Santos/Lucas Dini por 4/6, 7/6 (8) e 10-6

18 fem. duplas

Isadora Oliveira/Isabela Bifano venceram Livia Martins Silva/Luiza Martins por 6/3 e 6/2

 

A Confederação Brasileira de Tênis tem o patrocínio dos Correios e o co-patrocínio da Wilson, Peugeot e Companion SPORTS. Apoio do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e Ministério do Esporte. Siga tudo sobre a CBT em www.cbtenis.com.br, www.facebook.com/cbtoficialwww.twitter.com/cbtenis, www.instagram.com/cbtoficial e www.flickr.com/cbtenis.

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Evert Academy faz Summer Camp para brasileiros

Boca Raton (EUA) – Uma dos mais conceituados centros de treinamento norte-americanos, a Evert Tennis Academy abrirá suas portas de junho a agosto para juvenis brasileiros de até 18 anos que queiram participar de um intenso e produtivo Summer Camp, agregado a eventos especiais como o College Day e dois torneios da UTR (University Tennis Rating), que acontecem em julho.

“É uma oportunidade única para treinar e competir no mesmo lugar”, alerta Ricardo Acioly, ex-capitão brasleiro da Copa Davis, atual treinador de João Souza e diretor da R3A, empresa que faz a parceria de ações com a Evert. “Serão cinco horas diárias de treino com dinâmicas para a parte técnica, tática, física e mental”.

Localizada em Boca Raton a 45 minutos de carro de Miami, a academia criada pela megacampeã Chris Evert é um notável complexo com 24 quadras de tênis, sala de ginástica, club house, pro-shop e salão de estudos. Os dormitórios ficam dentro da academia, em frente as quadras, com segurança 24 horas, ar condicionado e wi-fi. O pacote inclui três refeições diárias.

O programa inclui ainda atividades “off campus” diárias, com supervisão e acompanhamento, para complementar a experiência nos EUA. Os interessados ainda podem participar do ESL, programa de Inglês intensivo para estrangeiros. Ao mesmo tempo, existe a oportunidade para visitar os campus de universidades vizinhas e conhecer mais de perto o padrão de estrutura das escolas norte-americanas.

“O College Day, que acontece nos dias 13 e 14 de julho, é uma atração à parte no Camp, já que irá trazer treinadores de várias universidades dos EUA para acompanhar os treinos e conhecer os aspirantes a bolsas”, acrescenta Acioly. A equipe de treinadores que dirigirá o Camp é a mesma que trabalha no programa anual da Academia mantendo o mesmo padrão de qualidade. Os torneios UTR acontecem nos fins de semana de 6 a 7 de julho e de 28 a 29.

Os interessados em fazer reservas ou obter maiores informações devem fazer contato através do email contato@r3asports.com.br ou fone/whats (21) 99227-0358.

porAPTB

ITF de Brasília terá 11 representantes nacionais

Brasília (DF) – A lista de inscritos para a etapa de Brasília do Circuito Internacional de Tênis foi divulgada pela ITF nesta terça-feira e conta com 11 atletas nacionais. Além deles também disputam a competição de US$ 15 mil, de 5 a 13 de maio, nas quadras de saibro do Clube do Exército, representantes de Argentina, Colômbia, Chile, Japão e Suécia.

Um dos destaques da lista prévia de participantes é o paulista Pedro Sakamoto. Aos 24 anos Sakamoto vive o melhor momento da carreira, atingindo a colocação de 389º da ATP na semana passada, após alcançar semifinal do challenger de San Luis Potosi, no México, em março. Ele também venceu o ex-top 5 Tommy Robredo no qualifying do Brasil Open em fevereiro deste ano.

Recordista brasileiro em futures com 23 troféus, Daniel Silva lidera a lista de inscritos, que também traz nomes internacionais com experiência em Copa Davis, como Christian Lindell, carioca que defende as cores suecas, e o equatoriano dono de oito títulos de futures, Emilio Gomez, filho do campeão de Roland Garros, Andres Gomez.

Entre os outros destaques nacionais do evento até o momento estão os tenistas da nova geração Rafael Matos (22 anos), Thiago Wild (18), Igor Marcondes e Jordan Correia, ambos de 20 anos e Marcelo Zormann (21). Além de Oscar Gutierrez, José Pereira, que já foi 232º do mundo, e Nicolas Santos.

Veja a lista de Inscritos em Brasília:

1 – Daniel Silva (BRA)
2 – Christian Lindell (SUE)
3 – Pedro Sakamoto (BRA)
4 – Rafael Matos (BRA)
5 – Emilio Gomez (ECU)
6 – Oscar Gutierrez (BRA)
7 – Jose Pereira (BRA)
8 – Thiago Wild (BRA)
9 – Matias Zukas (ARG)
10 – Wilson Leite (BRA)
11 – Ryusei Makiguchi (JAP)
12 – Camilo Carabelli (ARG)
13 – Jordan Correia (BRA)
14 – Nicolas Santos (BRA)
15 – Gonzalo Villanueva (ARG)
16 – Igor Marcondes (BRA)
17 – Alejandro Tabilo (CHI)
18 – Marcelo Zormann (BRA)

 

 

http://tenisbrasil.uol.com.br/noticias/57897/ITF-de-Brasilia-tera-11-representantes-nacionais/